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Banco Mundial nomeia ganhador do Prêmio Nobel, Michael Kremer, como economista-chefe

economia 16/09/2026 às 13:44
Banco Mundial nomeia ganhador do Prêmio Nobel, Michael Kremer, como economista-chefe
]]> O economista Michael Kremer recebe o prêmio Nobel de 2019 por seu trabalho em conjunto com Esther Duflo e Abhijit Banerjee. Reprodução / Nobel O Banco Mundial escolheu nesta quarta-feira (16) o professor da Universidade de Chicago e vencedor do Prêmio Nobel, Michael Kremer, como seu novo economista-chefe. Ele entra no lugar de Indermit Gill, que se aposentou no mês passado. Kremer, de 61 anos, venceu o Prêmio Nobel de Economia em 2019 ao lado de Esther Duflo e Abhijit Banerjee. O trio foi premiado por usar um método experimental para combater a pobreza no mundo. Antes, ele dava aulas de economia em Harvard. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Ele assume seu novo cargo no dia 1º de outubro, pouco antes das reuniões anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional em Bangkok, na Tailândia. Kremer é conhecido por usar pesquisas detalhadas no desenvolvimento de soluções para problemas reais. Seus estudos ajudaram a criar programas para pequenos agricultores e garantiram vacinas e atendimento de saúde nas escolas para milhões de pessoas. Agora no g1 “Michael dedicou sua carreira não apenas a identificar o que funciona no desenvolvimento, mas também a comprovar isso em grande escala. E esse é exatamente o tipo de pensamento de que precisamos”, afirmou o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, em comunicado. “Ele se junta a nós em um momento em que o mundo precisa de soluções ousadas para seus desafios de desenvolvimento mais urgentes, incluindo a criação de empregos que atendam às aspirações de mais de 1,2 bilhão de jovens que atingirão a idade produtiva na próxima década", disse Banga. Presidente do Bando Mundial, Ajay Banga, na Carolina do Norte, EUA, em setembro de 2026 REUTERS/Sam Wolfe Juros altos Kremer ingressa no banco em um momento em que os países em desenvolvimento enfrentam o aumento das taxas de juros e dos preços da energia, na esteira da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. Esses desafios se somam a uma queda de 23% na assistência oficial ao desenvolvimento em 2025 — a mais acentuada já registrada —, sendo os EUA responsáveis pela maior parte dessa redução. O economista entra no banco no momento em que as nações em…
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