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Jovem Rio News

O que existe a quase 6 mil metros de profundidade? Fantástico acompanha expedição no mar profundo do Atlântico Sul; VÍDEO

inicio 25/09/2026 às 07:00
O que existe a quase 6 mil metros de profundidade? Fantástico acompanha expedição no mar profundo do Atlântico Sul; VÍDEO
]]> Fantástico entra no navio que vai acessar região remota do mar profundo do Atlântico Sul O Fantástico embarcou no navio Falcon, que se prepara para acessar pela primeira vez uma região remota do mar profundo no Atlântico Sul. A missão científica reunirá 25 pesquisadores de cinco países em uma expedição de um mês e meio para explorar áreas que chegam a quase 6 mil metros de profundidade. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Para investigar o fundo do oceano, os cientistas vão utilizar um robô não tripulado operado remotamente. Adaptado para pesquisas científicas, o equipamento foi projetado para minimizar interferências no ambiente marinho e coletar amostras de rochas, sedimentos e organismos que vivem nas profundezas. A missão busca desvendar parte de um universo ainda pouco conhecido. Segundo os pesquisadores, apenas cerca de um quarto das profundezas oceânicas foi mapeado até hoje. Em regiões onde a luz do Sol não chega, espécies desenvolveram estratégias incomuns de sobrevivência, como a bioluminescência, usada para atrair presas, fugir de predadores e até se comunicar. O piloto de robôs submarinos Leonardo acompanha a operação com imagens de alta resolução obtidas pelas câmeras do equipamento. As missões podem durar até 16 horas por dia e exigem coordenação constante entre operadores e cientistas durante a coleta de organismos e amostras do fundo do mar. Fantástico entra no navio que vai acessar região remota do mar profundo do Atlântico Sul Reprodução/TV Globo Região pode revelar biodiversidade ainda desconhecida O principal alvo da expedição é a Zona de Fratura Romanche, uma extensa estrutura geológica localizada no Atlântico. O local é considerado estratégico para compreender a história da separação entre a América do Sul e a África, ocorrida há cerca de 200 milhões de anos. O coordenador brasileiro da missão afirma que a área é amplamente estudada do ponto de vista geológico, mas ainda carece de observações diretas sobre sua biodiversidade. "Há uma expectativa que ela seja uma região mega diversa", afirmou o pesquisador. Os cientistas também esperam mapear fontes hidrotermais, onde a água aquecida pelo magma emerge por fissuras no fundo…
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