William Correia, apontado como 'justiceiro de Copacabana', é réu por assédio sexual
inicio25/09/2026 às 08:00
]]> Segundo o Ministério Público, William Correia fundou e lidera o grupo “Anjos da Guarda Vigilância Comunitária”, acusado de organizar perseguições e divulgar imagens de adolescentes suspeitos de crimes na Zona Sul do Rio. Reprodução redes sociais William Correia da Silva Junior, apontado pelo Ministério Público (MPRJ) como "justiceiro de Copacabana", é réu em um processo na Justiça de São Paulo por assédio sexual contra uma atleta paralímpica em 2021, durante uma competição interestadual. Na época, a vítima tinha 16 anos e o acusado, 34. William é representante de um autointitulado grupo de vigilantes" que atua na Zona Sul do Rio. É acusado de organizar perseguições e divulgar imagens de adolescentes suspeitos de crimes em Copacabana – bairro que, em agosto, um homem morreu espancado após ser confundido com um ladrão. Em 2021, William atuava como representante da Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude do Estado do Rio de Janeiro (SEEL/RJ), acompanhando a delegação do Rio que participou de uma competição escolar em São Paulo. De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo, William fez comentários de cunho inadequado sobre a adolescente, mandou mensagens em rede social a convidando para entrar em seu quarto de hotel e chegou a entrar no local em que a vítima estava com uma colega, também menor de idade. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Agora no g1 O caso foi inicialmente registrado em uma Delegacia de Atendimento à Mulher no Rio de Janeiro. Em depoimento, a escuta especializada entendeu que não havia sinais de assédio sexual. Porém, pelo crime ter acontecido em São Paulo, a investigação foi transferida para uma delegacia da capital paulista. A Polícia Civil paulista indiciou William Correia por assédio sexual de forma continuada, após tentar duas vezes, sem sucesso, citá-lo formalmente sobre sua condição de investigado. A denúncia do Ministério Público foi aceita pela Justiça em maio de 2026. Réu nega crime William constituiu um advogado, que protocolou em julho uma resposta às acusações, pedindo absolvição sumária e que a denúncia do MPSP fosse rejeitada. Segundo a defesa, a denúncia é inepta porque faz uma…
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