Funcionária de hospital é investigada por golpes de empréstimos contra colegas de trabalho em Divinópolis
inicio25/09/2026 às 09:00
]]> Uma mulher de 31 anos é investigada por estelionato após fazer empréstimos em nome de colegas de trabalho de um hospital de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. A investigação foi confirmada pela Polícia Civil ao g1 nesta quinta-feira (24). A suspeita não foi presa. Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar (PM), uma funcionária do hospital descobriu a contratação de dois empréstimos não reconhecidos, que somam R$ 23.744, através de uma conta bancária dela. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Após a contratação do empréstimo, o dinheiro foi destinado à conta da suspeita. Os golpes teriam ocorrido entre 17 de agosto e 22 de setembro. O boletim aponta ainda que a suspeita teria feito outras vítimas no local de trabalho e que existem outros registros envolvendo o nome dela. Ao g1, uma das vítimas, que não quis se identificar, a suspeita teria solicitado os dados bancários da vítima sob a justificativa de que precisava receber um pagamento. A mulher informou que repassou os dados e, posteriormente, descobriu que o dinheiro havia sido retirado e destinado para uma conta bancária da colega, conforme o extrato. Agora no g1 'Eu nunca fiz empréstimo', diz vítima Ainda ao g1, a vítima afirmou que só percebeu o problema quando viu um débito de empréstimo na conta, procurou o banco e foi informada sobre os contratos. Segundo ela, foi necessário buscar orientação jurídica para entender a origem das dívidas. “Eu nunca fiz empréstimo. Levei ao advogado e vimos que os empréstimos estavam no meu nome e CPF e que as transferências também tinham sido feitas para as contas dela.” Colega teria pedido dados bancários Segundo a vítima, a suspeita trabalhava como camareira no hospital, enquanto ela exercia a função de auxiliar de limpeza. As duas se conheciam havia cerca de cinco meses. A vítima contou que não desconfiou da colega porque, no convívio profissional, ela mantinha uma relação considerada próxima com os funcionários. “Ela era camareira e eu sou auxiliar de limpeza. Tinha uns cinco meses. Ninguém nunca estranhou. Ela era carinhosa, amorosa, abraçava a todos, era muito gentil”, disse. Ainda segundo a…
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