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Homem é condenado por lesão corporal seguida de morte de mulher trans no RS

Destaques 30/10/2026 às 01:53
Homem é condenado por lesão corporal seguida de morte de mulher trans no RS
]]> Verônica de Oliveira, de 40 anos, foi madrinha da Parada da Diversidade de Santa Maria, em 2019 Arquivo pessoal Um homem de 35 anos foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão pela morte de Verônica Oliveira, conhecida como "Mãe Loira", em julgamento realizado nesta quinta-feira (29) pelo Tribunal do Júri de Santa Maria. Verônica era uma das principais lideranças trans da Região Central do Rio Grande do Sul. Tornou-se referência para pessoas que buscavam acolhimento, respeito e oportunidades. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O caso aconteceu em dezembro de 2019. Relembre abaixo. A defesa de Amauri Mendes Vieira informou que "analisará seus fundamentos e decidirá, nos próximos dias, sobre a interposição de recurso". Leia, abaixo, na íntegra. O réu poderá recorrer em liberdade. Agora no g1 Durante o julgamento, os jurados decidiram desclassificar a acusação de homicídio duplamente qualificado apresentada pelo Ministério Público para o crime de lesão corporal seguida de morte. O Ministério Público sustentava que Amauri deveria responder por homicídio doloso qualificado por motivo torpe e por recurso que dificultou a defesa da vítima. No entanto, o Conselho de Sentença afastou essa tese. O crime O caso aconteceu na madrugada de 12 de dezembro de 2019. Conforme a investigação, Amauri Mendes Vieira e Verônica Oliveira discutiram após não chegarem a um acordo sobre o valor de um programa. De acordo com a polícia, em determinado momento o homem teria retornado ao carro, sentado no banco do motorista e escondido uma faca. Em seguida, quando deixava o local com o veículo, teria desferido um golpe no abdômen da vítima, que estava na rua. Verônica foi socorrida e encaminhada ao Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. O crime aconteceu no cruzamento das avenidas Presidente Vargas e Borges de Medeiros, no bairro Nossa Senhora de Fátima, região central da cidade, e provocou forte comoção em Santa Maria. Na época, o caso mobilizou movimentos sociais e entidades ligadas à defesa dos direitos da população LGBTQIA+. Quem era Verônica Em Santa Maria, Verônica mantinha um alojamento que recebia…
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