Delegado suspeito de revender drogas apreendidas pela própria polícia tem prisão mantida em MS
Destaques26/09/2026 às 17:14
]]> PIX, blindagem e sistemas de inteligência: como policiais suspeitos estruturaram desvio de O delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa vai continuar preso por suposto envolvimento em um esquema de desvio de drogas apreendidas pela própria polícia, que seriam posteriormente revendidas a traficantes. Hoffman teve a prisão em flagrante convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada na manhã deste sábado (26), em Campo Grande. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Os advogados que atuam na defesa do delegado, Amilton Ferreira de Almeida e José Roberto Rosa, devem pedir a revogação da prisão do delegado na próxima segunda-feira (28). Hoffman e outros sete policiais foram presos na quinta-feira (24), durante a Operação Infiltrados, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). A investigação Segundo o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), o esquema envolvia policiais civis (entre eles o delegado), militares e um penal. Delegado Hoffman D’Ávila Cândido. PCMS. A organização, conforme a apuração, funcionava sob a “chancela institucional” do delegado Hoffman D'Ávila Cândido, que comandava a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), responsável pelo combate ao tráfico de drogas. Conforme o grupo do MP, o grupo tinha funções divididas: Alguns integrantes levantavam informações sobre carregamentos; Policiais rastreavam e apreendiam as drogas; Outros recebiam e revendiam o material desviado; E havia ainda quem movimentasse o dinheiro. Policiais investigados pelo Gaeco Reprodução/Redes sociais O g1 procurou as defesas de todos os suspeitos citados. Sidneia Tobias, que representa os outros policiais civis alvos da operação, disse que não vai se manifestar porque ainda não teve acesso aos autos. As defesas dos demais investigados não foram localizadas até a última atualização desta reportagem. A investigação detalha a divisão de tarefas entre policiais, traficantes e outros integrantes do grupo. Segundo o Gaeco, Lucas da Silva dos Santos, conhecido como LK, fez transferências de dinheiro diretamente para um policial investigado. Os investigadores também…
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