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MP oferece denúncia à Justiça contra investigados em esquema de fraude e corrupção na licitação do lixo em Bauru

Destaques 26/09/2026 às 18:00
MP oferece denúncia à Justiça contra investigados em esquema de fraude e corrupção na licitação do lixo em Bauru
]]> Gaeco denuncia seis investigados na Operação Cavalo de Troia em Bauru O Ministério Público de São Paulo (MP-SP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia à Justiça nesta sexta-feira (25) contra os investigados na Operação "Cavalo de Troia", que apura possível fraude na licitação da concessão do sistema de gestão de resíduos sólidos urbanos de Bauru (SP). A acusação formal abrange os crimes de organização criminosa, frustração ao caráter competitivo de licitação, contratação direta ilegal, além de corrupção ativa e passiva. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Operação do Gaeco, com a apoio da PM, cumpriu diligências em secretarias municipais em Bauru Luís Negrelli/ TV TEM A denúncia atinge os ex-secretários municipais Cilene Chabuh Bordezan (Meio Ambiente), Vitor João de Freitas Costa (Negócios Jurídicos) e Sara Moura de Jesus (adjunta de Meio Ambiente), além do proprietário e CEO da empresa Estre Ambiental, Hamilton Libório Agle, e da funcionária da concessionária, Talita de Andrade Soares Chieregatti. Entenda as investigações As investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público começaram em março a partir de denúncias de ameaças contra catadores de materiais recicláveis da Ascam. Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis (Ascam) em Bauru (SP) Divulgação Segundo as apurações, Valdomiro Pereira da Silva Filho, marido da então presidente da Ascam, tinha ligação com uma facção criminosa e usava a influência para intimidar os trabalhadores da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis, que mantinha contratos de mais de R$ 5 milhões com a Prefeitura de Bauru com dispensa de licitação. A partir do monitoramento de ligações de Valdomiro e da esposa dele, Gisele Moretti, presidente da associação, o Ministério Público descobriu que o casal também articulava esquemas para pedir propinas e interferir na licitação da gestão do lixo na cidade. A interceptação das conversas revelou a participação de secretários municipais e executivos de empresas, o que levou à deflagração de duas operações paralelas promovidas pelo Gaeco com o apoio da…
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