Canetas emagrecedoras: médico alerta para riscos de usar produtos com base em indicação de influencers digitais
Destaques07/10/2026 às 10:11
]]> Médico alerta para os riscos de usar caneta emgagrecedora sem acompanhamento médico As chamadas canetas emagrecedoras se popularizaram nos últimos anos como uma das principais ferramentas no tratamento da obesidade e do diabetes, mas a expansão do mercado também trouxe preocupações sobre automedicação, produtos sem procedência e uso motivado apenas pela busca por um corpo mais magro. Para o médico nutrólogo Fernando Guanabara, o avanço dos medicamentos trouxe resultados importantes para pacientes, mas exige acompanhamento individualizado. O médico foi entrevistado pelo Fique por Dentro, videocast do g1, em sua terceira temporada. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Segundo Guanabara, a popularização ocorreu principalmente pela evolução dos medicamentos e pelos resultados obtidos pelos pacientes. Ele destaca ainda o papel de artistas, influenciadores e outras pessoas conhecidas na divulgação dos produtos. “A medicação, ela ficou popularizada justamente pelo resultado. Muitas pessoas utilizando, artistas famosos, e aí falando da medicação, então, eu acredito que foi, foi, a principal causa foi essa, né? O resultado que ela gerou, e pessoas influentes falando e divulgando na internet.” De medicamentos para diabetes ao tratamento da obesidade Guanabara explica que a história dessas medicações não começou com a finalidade estética. Os primeiros medicamentos dessa classe foram desenvolvidos para o tratamento do diabetes e, posteriormente, passaram a ser utilizados também no combate à obesidade. Ele cita a evolução da liraglutida para a semaglutida e, posteriormente, para a tirzepatida. Além de aumentar a praticidade — com medicamentos que passaram de aplicações diárias para semanais —, segundo o médico, os novos tratamentos também apresentaram resultados maiores na redução do peso. “Nós começamos com a medicação que era chamada de liraglutida (...) ela gerava um resultado de 8 a 10% na redução do peso.” De acordo com ele, a semaglutida aumentou esse resultado e passou a ser aplicada semanalmente. Depois, a ciência passou a trabalhar com medicamentos que atuam sobre mais de um hormônio relacionado ao metabolismo. “A semaglutida ela evoluiu para a tirzepatida. E…
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