'Sobrevivência': filme de Ben Affleck chega ao 1º lugar da Netflix com reflexão sobre política
Destaques20/10/2026 às 07:00
]]> Ben Affleck fala sobre seu filme 'Sobrevivência' "Sobrevivência", longa dirigido, coescrito e estrelado por Ben Affleck, chegou ao primeiro lugar na Netflix. No longa, que estreou no dia 8 de outubro, Ben interpreta um candidato a prefeito de Los Angeles que parece ter a vida perfeita: um casamento aparentemente feliz com Abigail (Kerry Washington), uma ótima casa e um futuro promissor. Isso até o dia em que o filho do casal passeia com a babá Cecília (Adriana Paz) e o namorado dela, Ramón (Luis Gerardo Méndez), e não volta para casa. A partir disso, começam a aparecer nuances: quem são essas pessoas? Quais são as suas prioridades e privilégios? O quão perfeita é a vida deles sob a superfície? "Temos o hábito de mentir, temos o hábito de apresentar uma falsa verdade, e então a questão é quanto é que estamos fazendo isso um com o outro", explicou Affleck ao g1. Tudo isso, claro, é atravessado por um contexto de política, mídia e relação com comunidades latinas (ponto importante, já que o filme se passa em Los Angeles). Para Affleck, a expectativa é de que o filme não só envolva os espectadores latinos, como todos enxerguem "algo verdadeiro" na história. Ben Affleck (Mark) e Kerry Washington (Abigail) em 'Sobrevivência' Divulgação/Netflix "O que eu espero é que, ao assistirem a isso, reconheçam algo verdadeiro, algo que observe o mundo como ele é, com circunstâncias que muitas vezes são bem difíceis e, em alguns casos, impossíveis — especialmente para alguns dos personagens latinos do filme. E que [o filme] não tente mascarar essas situações, nem torná-las mais leves, nem explorá-las apenas para me cobrir de virtude e glória por ser alguém que aponta essas questões". Segundo Ben, para chegar a um resultado mais verdadeiro, Kerry, Adriana e Luís trouxeram suas contribuições ao roteiro. "Eu dizia: 'Vocês escrevem estas cenas, vocês contribuem para estas cenas, vocês criam isto e trazem a voz de vocês para isto'. E eu achei muito mais verdade." "É difícil mostrar um sistema, mas você pode mostrar uma pessoa. Você pode se identificar com uma pessoa e com as circunstâncias em que ela está. As pessoas são tratadas como pessoas, não como arquétipos, não como símbolos…
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