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Setembro Rubi: o que você precisa saber sobre o câncer de estômago

inicio 24/09/2026 às 09:00
Setembro Rubi: o que você precisa saber sobre o câncer de estômago
]]> A endoscopia digestiva alta é o principal exame para investigar alterações no estômago e deve ser indicada pelo médico conforme o histórico do paciente. Banco de Imagens Setembro é o mês de conscientização do câncer gástrico e o Setembro Rubi existe para lembrar que essa doença, muitas vezes silenciosa, pode ser vencida quando identificada a tempo. O câncer de estômago está entre os mais comuns no Brasil e no mundo (INCA), e o principal desafio é justamente o diagnóstico tardio, quando os sintomas já são mais evidentes e o tratamento, mais complexo. Conhecer os sinais de alerta e manter o acompanhamento médico regular são as ferramentas mais poderosas contra essa doença. Uma doença que se camufla O câncer gástrico é traiçoeiro porque seus primeiros sintomas se parecem muito com condições digestivas comuns, como gastrite e refluxo. Muita gente passa meses ou anos tratando o problema de forma inadequada sem saber que há algo mais sério por trás. O oncologista clínico Dr. Hugo Mandarino (CRM/MG 101899) explica o que não pode ser ignorado: "Os principais alertas são os sintomas gástricos que não estão melhorando, mesmo após medicações prescritas por médicos. Além dos sintomas gástricos como queimação, saciedade precoce e refluxos, a perda de peso inesperada, sem dieta, é um sinal de alerta." Outros sinais que merecem atenção incluem náuseas frequentes, dificuldade para engolir, sensação de estômago cheio com pouca comida e cansaço excessivo sem causa aparente. Qualquer um desses sintomas persistindo por mais de três semanas pede avaliação médica. Por que descobrir cedo muda tudo O diagnóstico precoce no câncer gástrico é, literalmente, a diferença entre cura e um tratamento muito mais longo e complexo. O Dr. Hugo é direto: "O diagnóstico precoce é decisivo no tratamento devido à alta chance de cura, uma vez que a doença precoce está localizada e a cirurgia é curativa." Quando o tumor ainda está restrito ao estômago, as chances de tratamento bem-sucedido são significativamente maiores. À medida que a doença avança e se espalha para outros órgãos, as opções terapêuticas se tornam mais complexas e os resultados, mais incertos. A endoscopia digestiva alta é o…
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