← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Empresas abertas com capital de R$ 1 mil movimentaram milhões em esquema investigado pela Operação Carbono Oculto

inicio 24/09/2026 às 09:54
Diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto A investigação da terceira fase da Operação Carbono Oculto aponta que empresas abertas com capital social irrisório passaram a aparecer em operações multimilionárias e em estruturas usadas para a compra da distribuidora de combustíveis Terrana e para a ocultação de patrimônio, segundo investigação do Ministério Público de São Paulo. A ação cumpre 27 mandados em sete estados contra grupo que mascarou compra de usina e distribuidora de combustíveis. Além dos baixos valores, o ponto central da suspeita é a combinação de fatores como: abertura das empresas pouco tempo antes das transações, uso em negócios milionários, e atuação em estruturas consideradas artificiais. Na prática, algumas das companhias funcionariam como “shell companies”, ou seja, empresas de fachada, ou como peças de uma camada de ocultação montada para esconder os reais beneficiários e a origem do dinheiro. As holdings de R$ 1 mil Entre os exemplos mais evidentes apontados pelo MP estão a Berna Holdings e a Branson Holdings, ambas abertas em 4 de setembro de 2024. Elas teriam sido criadas “única e exclusivamente para a realização do negócio jurídico (aquisição da distribuidora TERRANA)”. A própria decisão judicial registra que essas sociedades foram constituídas “um mês antes da primeira operação”, com capital social de apenas R$ 1 mil. Segundo os autos, a Berna emitiu uma Cédula de Crédito Bancário (CCB) para o Banco Genial de R$ 60,5 milhões, dinheiro que teria sido usado para comprar 100% das cotas de um fundo chamado Derby 44. Já a Branson aparece em uma operação ainda maior: segundo o Ministério Público, a empresa emitiu CCB no valor principal de R$ 99,8 milhões para uma operação que teria como finalidade a aquisição de uma empresa especializada no comércio atacado de combustíveis, a Tramp Oil. Outra empresa citada no processo é a 7Seven Apoio e Serviços Administrativos, aberta em 27 de janeiro de 2025 também com capital social de R$ 1 mil. Segundo o Ministério Público, ela teria sido usada como uma nova “camada de ocultação” depois da compra da Terrana, com a função de registrar ou pagar…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial