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Semifinal da Copa do Brasil entre Palmeiras e Vasco opõe legado de Abel Ferreira e impacto de Pedro Emanuel

Rio de Janeiro 01/11/2026 às 07:00
Semifinal da Copa do Brasil entre Palmeiras e Vasco opõe legado de Abel Ferreira e impacto de Pedro Emanuel
]]> Desde que a presença de técnicos portugueses se tornou corriqueira no futebol brasileiro, ninguém aliou títulos à longevidade como Abel Ferreira. Há seis anos no comando do Palmeiras, o maior vencedor da história alviverde, que já colocou o clube na final da Libertadores deste ano, tenta a vaga numa segunda decisão, a da Copa do Brasil. Hoje, às 16h, no Nubank Parque, encontrará na área técnica ao lado um conterrâneo que almeja uma trajetória semelhante. Pedro Emanuel vive, semana a semana, a complicada missão de estabilizar e evoluir um Vasco que ainda dá seus primeiros passos num possível ressurgimento e sonha com a disputa de uma segunda final consecutiva da competição. As equipes fazem o primeiro jogo da semifinal hoje, e a volta acontece no próximo domingo, dia 8 de novembro, em São Januário. Ex-defensores no futebol português, Abel e Pedro se enfrentaram 11 vezes como jogadores. Como treinadores, são dois encontros. Um em Portugal, quando o Braga de Abel fez 6 a 0 no Estoril de Pedro, em 2017, e outro já no futebol brasileiro, em agosto, quando o Palmeiras goleou o Vasco por 4 a 1, pelo Brasileirão. Abel Ferreira, hoje treinador do Palmeiras, atuou pelo Sporting de 2006 até 2011 AFP No país, os dois iniciaram seus trabalhos em contextos muito parecidos. Chegaram ao Brasil pouco conhecidos pelos torcedores e com carreiras tímidas em termos de conquistas de torneios importantes pelo mundo. Ainda substituíram medalhões: Vanderlei Luxemburgo, no Palmeiras, e Renato Gaúcho, no Vasco. Hoje com 47 anos, Abel completou seis anos de clube na última sexta-feira. Chegou ao país em meio à pandemia da Covid-19, em novembro de 2020, e estreou com arquibancadas vazias, com a pressão da torcida limitada ao ambiente virtual e ao contexto interno do clube, presidido à época por Maurício Galiotte. O alviverde ajustava as contas e era um projeto promissor. Havia sido campeão brasileiro em 2016 e em 2018, além de ter faturado a Copa do Brasil de 2015. Em seus primeiros meses, Abel mostrou que estava destinado a liderá-lo: começou a aplicar um futebol pragmaticamente vertical, de trato rápido com a bola, para conquistar a Libertadores e a Copa do Brasil daquela temporada.…
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