São Paulo é cobrado na Justiça por dívida de R$ 524 mil pela venda de Lucas Ferreira
Esportes17/10/2026 às 14:17
]]> Quem leva a melhor: São Paulo ou Vasco? O Boavista-RJ entrou na Justiça contra o São Paulo para cobrar R$ 524.899,61 referentes à venda do meia Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, em agosto de 2025. O clube carioca alega que não recebeu a última parcela de um acordo de repasse firmado entre as equipes. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp A ação tramita na 1ª Vara Cível do Foro Regional do Butantã, na capital paulista. A informação, confirmada pelo ge, foi publicada inicialmente pelo UOL. O meia foi vendido ao clube ucraniano por 10 milhões de euros (cerca de R$ 63 milhões na cotação da época), divididos em quatro parcelas. O Boavista tinha direito a 20% do valor líquido da transferência, conforme acordo com o São Paulo. Lucas Ferreira em treino no CT do São Paulo Divulgação / São Paulo O clube paulista recebeu a segunda parcela da venda em fevereiro deste ano, mas não repassou o valor correspondente ao Boavista. Posteriormente, o departamento financeiro calculou o valor devido em aproximadamente R$ 2,1 milhões e propôs realizar o pagamento em quatro parcelas, entre março e junho. Mais do São Paulo: + Clube utiliza contrapartidas para renegociar dívida com produtora + Escalação: Luciano e Calleri voltam contra o Vasco O clube carioca aceitou a proposta, mas o São Paulo pagou apenas três das quatro parcelas. A última, com vencimento em 10 de junho, não foi quitada. O Boavista enviou uma notificação extrajudicial em julho, mas não obteve resposta. Em agosto, a Justiça determinou que o clube paulista realizasse o pagamento em 15 dias, mas negou o pedido do Boavista para bloquear receitas do clube provenientes de direitos de transmissão e cotas da CBF e da Federação Paulista de Futebol. São Paulo terá Luciano, Calleri e Ferreira contra o Vasco | Voz do Setorista Na defesa apresentada em setembro, o São Paulo não contestou a existência da dívida nem o valor cobrado. O clube, porém, argumentou que a cobrança deveria ser analisada pela Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), da CBF, e não pela Justiça comum. + Leia mais notícias do São Paulo O Boavista rebateu a argumentação e afirmou que o contrato firmado entre os clubes estabelece a…
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