'Quebra brutal de confiança', diz psicólogo sobre esposa flagrada pelo marido 'fazendo sexo' com cão da família
Rio de Janeiro26/09/2026 às 16:00
]]> O recente caso de zoofilia ocorrido na Flórida (EUA) em que Erik Nummerdor flagrou a esposa, Malia "fazendo sexo" com um cão da família, gerou repercussão pela gravidade e pelos traumas associados ao marido da acusada. Apesar do choque o caso gera, ele passa distante de ser uma raridade, com casos que ultrapassam as fronteiras americanas e acontecem até mesmo no Brasil. Situações como essa são classificadas como parafilias, variações do comportamento sexual que fogem ao padrão estabelecido pela sociedade. O caso de Malia ganhou ainda mais notoriedade com um pronunciamento de Erik, que afirmou que buscará ajuda de psicólogos para tentar enfrentar as cicatrizes do trauma. A professora Regina Racco, especialista em sexualidade e autora no blog do EXTRA "Sexo e afins", comentou sobre as consequências quase que "inevitáveis" que um caso como esse tem na vida de um casal. Segundo ela, a percepção sexual de um parceiro com quem a pessoa costumava dividir uma relação de intimidade é difícil de ser superada com facilidade. "Isso pode repercutir diretamente na vida sexual: o toque, a proximidade e as lembranças dos momentos íntimos podem passar a provocar desconforto. Podem surgir repulsa, insegurança e dificuldade para desejar aquela pessoa novamente. É como olhar para alguém conhecido e se perguntar: O que mais existe nessa pessoa que eu desconhecia?. São reações possíveis, e cada pessoa vai viver esse impacto de uma maneira", disse Regina ao PAGE NOT FOUND. Ela comenta ainda a respeito do caso em si e a atitude tomada por Malia. Regina destacou também que o universo das fantasias, dos desejos e dos atos sexuais é permeado por uma premissa essencial: o consentimento. Um conceito que, no caso da zoofilia, não é naturalmente respeitado. "O universo íntimo de cada casal pode ser bastante particular. Mas há uma fronteira que não depende do gosto de ninguém: o consentimento. Um animal não tem como consentir com uma atividade sexual. Por isso, a prática envolve abuso e ultrapassa o campo das experiências que um casal ou uma pessoa em especial pode escolher praticar, ou compartilhar", completou a professora. Um caso que passa exatamente pela explicação de Regina aconteceu…
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