Prefeitos que deixaram cargos para disputar eleição não conseguem ser eleitos no Acre; saiba quais
Destaques08/10/2026 às 00:25
]]> Sérgio Lopes, Tião Bocalom e Olavinho Boiadeiro renunciaram às prefeituras para tentar outros cargos Reprodução Três prefeitos que deixaram os cargos para disputar as eleições 2026 terminaram o pleito sem conquistar um novo mandato. Tião Bocalom (PSDB), de Rio Branco, saiu da prefeitura para concorrer ao governo, enquanto Sérgio Lopes (PL), de Epitaciolândia, e Olavinho Boiadeiro (Republicanos), de Acrelândia, tentaram uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Com a saída dos titulares, os vice-prefeitos assumiram definitivamente para completar o mandato iniciado em 2025. No caso da capital, Alysson Bestene (PP) passou a ser o prefeito, enquanto Sérgio Mesquita (Republicanos) assumiu em Epitaciolândia e Eraídes Caetano (Republicanos) foi empossado em Acrelândia. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp ELEIÇÕES 2026: Acompanhe a cobertura completa das eleições no Acre Tião Bocalom, reeleito em 2024, deixou a Prefeitura de Rio Branco em abril deste ano para disputar o governo do estado. Ele ficou na terceira posição, atrás de Mailza Assis e Alan Rick, com 44.946 votos, o que equivale a 10,22% dos eleitores. Na cidade que geriu, ele também ficou em terceiro: foram 29.874 votos, atrás dos mesmos dois adversários. g1 Acre acompanha resultados e repercussão das eleições LEIA MAIS: Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre Dois candidatos ficam zerados nas urnas e não registram nem o próprio voto no Acre Mailza Assis e Alan Rick vão para o 2º turno no Acre Deputados estaduais eleitos no Acre nas Eleições 2026: veja a lista Sérgio Lopes ficou com 6.566 votos na disputa para deputado estadual, o que não foi suficiente para chegar à Aleac. Olavinho Boiadeiro conquistou 5.367. Ex-prefeitos menos recentes também fracassaram Se vitórias recentes em seus municípios não garantiram o próximo passo da carreira destes políticos, quem já havia saído das gestões municipais há mais tempo também não obteve sucesso no pleito deste ano. Leila Galvão (PP), prefeita de Brasiléia entre 2005 e 2012, buscou uma das oito vagas do estado para a Câmara Federal, alcançou 4.776 votos, mas não foi eleita. Já Maria…
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