3 anos dos atentados do Hamas: homenagens se misturam a cobranças por possíveis falhas na segurança
Destaques08/10/2026 às 01:06
]]> Israel lembra os três anos dos atentados do Hamas Israel lembrou nesta quarta-feira (7) os três anos dos atentados terroristas do Hamas que mataram 1,2 mil pessoas. A sirene calou Tel Aviv por alguns momentos. Famílias se reuniram no kibbutz de Kfar Aza e fizeram uma vigília no lugar do festival de música eletrônica atacado pelo Hamas. Na praia, os pais caminharam entre imagens que representavam as vítimas. Naquele dia, os terroristas mataram 1,2 mil pessoas e levaram 251 reféns para Gaza. Em hebraico, uma frase define a instalação: “O preço do fracasso”. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Três anos depois daquele 7 de outubro, Israel lembra os mortos, dividido sobre quem deve responder pelas falhas que antecederam o ataque. E, desta vez, a cobrança tem data para chegar às urnas. Daqui a 20 dias, os israelenses vão votar pela primeira vez desde o atentado terrorista do Hamas. Gadi Eisenkot hoje está do outro lado. Ex-chefe do Estado-Maior, agora é o principal adversário de Benjamin Netanyahu nestas eleições. Já acusou o primeiro-ministro de ter recebido e ignorado alertas antes do ataque. Netanyahu rejeita a responsabilidade pela falha de segurança e resistiu aos pedidos de uma investigação independente. Em frente ao Parlamento, em Jerusalém, manifestantes cobraram respostas. “Ainda estamos tentando nos recuperar. Queremos que uma grande mudança aconteça nestas eleições” - ela é mãe de seis filhos que estão nas Forças Armadas. 3 anos dos atentados do Hamas: homenagens se misturam a cobranças por possíveis falhas na segurança Jornal Nacional/ Reprodução À noite, um dos reféns libertados liderou uma cerimônia em Tel Aviv e lembrou das crianças que, durante o ataque, se esconderam e prenderam a respiração para não serem encontradas pelos terroristas. No deserto em que se transformou Gaza, a ofensiva israelense lançada depois do ataque do Hamas resultou na morte de 74 mil palestinos em três anos, segundo as autoridades de saúde locais, controladas pelo Hamas. Akram Abu Jarad, de 60 anos, está sem casa, dorme na areia e passa cinco horas por dia esperando por água. “Não estamos vivendo. Estamos mortos em Gaza”, diz. Fora do…
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