Pedro Morisco queria ser zagueiro, quase desistiu do futebol e agora é goleiro da Seleção; veja a trajetória
esportes23/09/2026 às 07:00
]]> De piá do Couto à Seleção: conheça as origens de Pedro Morisco Ele tinha apenas cinco anos quando avisou em casa que seria jogador de futebol. O sonho original, aliás, era seguir o mesmo caminho do pai, Ramir, e se tornar zagueiro. A história de Pedro Morisco, novo goleiro da seleção brasileira, passa pela família, pela zaga e por uma mudança gigante no meio do caminho. O arqueiro do Coritiba, de 22 anos, abriu o coração para o ge sobre sua trajetória e o momento especial que vive na carreira. 🗞️ Leia mais notícias sobre o Coritiba ✅ Clique aqui e siga o canal ge Coritiba no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Nas décadas de 1980 e 1990, bem antes de Morisco nascer — o goleiro é de 2004 —, Ramir já vivia seu próprio sonho no mundo da bola. Seu nome de guerra era Sorocaba, e ele jogou por diversos times do interior do Paraná e de São Paulo, além de uma curta passagem pelo Athletico. E como a fruta não cai longe do pé, o pequeno Pedro Morisco não demorou para encontrar os campos do Trieste, tradicional clube formador de Curitiba, aos cinco anos. Só que seu talento estava em outro lugar. Também na defesa, assim como o pai, mas debaixo das traves. — Sempre gostei de futebol. Meu pai era zagueiro e queria que eu fosse zagueiro que nem ele. Mas, com seis, sete anos, já não dava mais para mim. Toda hora eu ia para o gol, toda hora ia defender. Teve um treinador que olhou e falou para minha mãe que eu poderia ser goleiro algum dia. No primeiro momento, não aceitaram, mas daí me colocaram na escolinha de goleiros. Me amarrei, me diverti, comecei a aproveitar mais e passei a jogar só no gol — conta. Pedro Morisco em treino da seleção brasileira Rafael Ribeiro/CBF O primeiro teste no Coritiba Aos nove anos, o Coritiba apareceu na vida de Pedro Morisco. Ele passou três semanas em teste e foi aprovado, mesmo com sobrepeso e sem levar o futebol tão a sério. — Para mim era só uma diversão. Eu era bem gordinho, então não via muita projeção. Mas eles me aprovaram, viram potencial, acreditaram. Eu segui também no futsal do Trieste até os 13, 14 anos. Escolhi o campo e comecei a acreditar que as coisas poderiam dar certo. Aos 17, comecei a levar bem…
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