Paes acusa candidatura adversária de distribuir dinheiro vivo nas eleições e diz ter levado informações à PF
Rio de Janeiro02/10/2026 às 11:39
]]> O candidato ao governo do Rio Eduardo Paes (PSD) afirmou, na noite desta quinta-feira (1), que uma "candidatura adversária" estaria distribuindo dinheiro em espécie na reta final da campanha eleitoral. Em publicação no X, Paes disse ter repassado à Polícia Federal informações sobre pessoas e empresas que, segundo ele, estariam envolvidas no esquema. Em entrevista ao podcast Flow: Lula diz que faltou ao debate da Globo porque ‘o pessoal começa a fazer gracinha' Eleição para presidente: quantos votos um candidato precisa para ganhar no primeiro turno? Entenda a conta '50% + 1' "Só um registro importante para a Polícia Federal: tenho informações muito firmes de que uma candidatura adversária está circulando dinheiro vivo à vontade", escreveu Paes. Na publicação, o candidato também afirmou que já havia encaminhado à PF dados sobre pessoas e empresas com interesses no estado. Veja: Initial plugin text Disputa chega à reta final em meio a crise política A declaração ocorre na reta final do primeiro turno, em uma eleição marcada por uma crise política que atingiu o governo do Rio. O estado é comandado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, depois que Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo em março. Castro deixou o governo na véspera de ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A disputa também é marcada pelos embates entre Paes e o presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), que aparece em segundo lugar nas pesquisas. No Datafolha divulgado nesta quinta-feira (1), Paes tinha 42% das intenções de voto, contra 31% de Ruas. Anthony Garotinho (Republicanos) aparecia com 7%. Desde o início da campanha, Paes tem buscado associar Ruas ao grupo político que comandou o estado durante a gestão Castro. O candidato do PL, por sua vez, tem negado irregularidades e adotado uma estratégia de aproximação com o bolsonarismo. A publicação desta quinta-feira, no entanto, não cita Ruas, Castro ou qualquer outro candidato nominalmente. Sobre a acusação feita por Paes, O GLOBO procurou a Polícia Federal para saber se recebeu as informações mencionadas pelo candidato, se há investigação…
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