← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Orçamento do Rio para 2027 tem déficit de R$ 13,9 bi e aliados de Ruas sugerem reduzir investimentos

Rio de Janeiro 15/10/2026 às 09:00
Orçamento do Rio para 2027 tem déficit de R$ 13,9 bi e aliados de Ruas sugerem reduzir investimentos
]]> Logo após ser oficializado governador eleito do Rio, Douglas Ruas (PL) mostrou preocupação com a projeção de um déficit de R$ 13,9 bilhões no orçamento de 2027. À frente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), ele terá o inédito papel de conduzir a votação do texto final do planejamento financeiro para o próximo ano, que terá de executar como chefe do Palácio Guanabara. Em seu primeiro discurso na Casa após a retotalização dos votos, Ruas pediu aos deputados que se debruçassem sobre o tema. Parlamentares aliados já discutem alternativas para reequilibrar as contas, entre elas zerar os gastos com investimentos e atualizar o preço do barril do petróleo — variável que influencia a arrecadação de royalties. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 foi enviado pelo governador em exercício Ricardo Couto à Alerj no fim de setembro. Com 895 páginas divididas em dois volumes, o documento detalha de onde vem cada real que o governo fluminense recebe e como deve gastá-lo. Para o primeiro ano de mandato de Ruas, a previsão é de R$ 124,39 bilhões de receitas ante R$ 138,36 bilhões de despesas. O projeto é tradicionalmente o último a ser votado pelos deputados, após dois meses de discussões. — Não concordo que a gente aprove essa peça da maneira que se encontra, com mais de R$ 13 bilhões de déficit. Historicamente, o orçamento anual é aprovado em dezembro. Então, tem tempo hábil para a gente discutir. Vamos fazer o ajuste necessário para buscar o equilíbrio das contas no estado — disse Ruas em entrevista ao RJ2, da TV Globo, no sábado. Foco em R$ 5,6 bi A proposta de suspender os investimentos teria um pequeno impacto na redução do déficit. O projeto orçamentário prevê gastos destinados a projetos no total de R$ 5,6 bilhões. No entanto, quase a metade não pode ser cortada porque está atrelada a obrigações assumidas no refinanciamento da dívida com a União dentro do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), como a ampliação do ensino técnico. Deputados da base de Ruas afirmam que, no ano que vem, o governo poderá remanejar parte do orçamento, mediante crédito suplementar, para fazer os investimentos que achar necessários. Relator da LOA na…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial