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Palmas registra quatro homicídios em uma semana; Tocantins soma mais de 180 casos em 2026

Destaques 15/10/2026 às 11:20
Palmas registra quatro homicídios em uma semana; Tocantins soma mais de 180 casos em 2026
]]> Com quatro mortes em uma semana, Palmas soma 47 homicídios em 2026 Palmas registrou 47 assassinatos de janeiro a outubro de 2026. Os últimos quatro crimes foram registrados em apenas uma semana de outubro, e nenhum suspeito foi preso. Em todo ano de 2025, a cidade registrou 49 mortes violentas. Em todo o Tocantins, o número passa de 180 homicídios desde janeiro. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o estado tem uma taxa de 19,3 homicídios para cada 100 mil habitantes. Esse número é mais do que o dobro da taxa registrada no estado de São Paulo, que permanece em 7,8. Os números afetam diretamente a rotina de famílias e trabalhadores que evitam falar sobre o assunto, com receio da retaliações. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Em nota à TV Anhanguera, a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins disse que os casos recentes, registrados em Palmas, estão sendo investigados pela 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa. Afirmou ainda que, nos últimos quatro anos, o Tocantins teve uma "redução expressiva" nos índices de violência letal, e que o estado tem a menor taxa de homicídios entre as regiões norte e nordeste. LEIA MAIS Homem é encontrado morto após esposa ouvir disparos dentro de casa Homem é morto a tiros dentro de casa em Palmas Homem de 29 anos é assassinado com golpes de arma branca no meio de rua no TO O homicídio do Setor Aureny III, em Palmas é investigado pela polícia Reprodução/Portal Neguinho Baiano Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Tocantins, Cristian Ribas, não há como conter o avanço de facções criminosas sem o avanço e fortalecimento de políticas públicas. "O estado do Tocantins, assim como as gestões das nossas maiores cidades, não tem conseguido dar respostas para enfrentar esses graves problemas da segurança pública. Nós estamos sempre correndo atrás do prejuízo e enxugando gelo. Porque quem mais precisa das políticas públicas e da presença do Estado para ser protegido do alcance das facções é quem menos recebe e menos tem acesso a essas políticas públicas", diz Cristian. Para o professor Frederico Afonso, especialista em segurança pública, o combate à…
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