Operação apura golpe bancário contra idosos com falso atendimento de saúde e apreende jalecos, peruca e máquinas de cartão
Destaques14/10/2026 às 13:15
]]> Apreensão foi registrada durante a Operação Tróia, nesta quarta-feira (14) Polícia Civil/Divulgação A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (14), a Operação Tróia para investigar fraudes bancárias contra pessoas idosas e aposentadas por meio de falsos atendimentos domiciliares de saúde. A ação foi conduzida pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Presidente Prudente (SP), onde seis vítimas registraram boletins de ocorrência sobre o golpe, com prejuízo estimado em R$ 70 mil, com cumprimento de mandados de busca e apreensão na capital paulista. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Seis investigados foram localizados durante a ação, que resultou ainda na apreensão de celulares, máquinas de cartão, chips de telefonia móvel, jalecos, uma peruca e um equipamento de massagem. Segundo a investigação, os jalecos e o aparelho podem ter sido usados para simular atendimentos de saúde e dar aparência de legitimidade à abordagem das vítimas. Agora no g1 Em uma das residências vistoriadas, os policiais também encontraram uma grande quantidade de drogas. Há indícios de que o imóvel era utilizado para armazenar entorpecentes que possivelmente abasteciam pontos de venda na Zona Leste de São Paulo. As drogas foram apreendidas, e o responsável pelo imóvel foi preso em flagrante por tráfico de drogas. A ocorrência foi apresentada na 2ª Delegacia de Capturas, do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE), que prestou apoio à operação. Como funcionava o golpe De acordo com a polícia, mulheres se apresentavam falsamente como agentes de saúde e iam até as casas das vítimas oferecendo supostos atendimentos. Depois de entrar nos imóveis e conquistar a confiança dos moradores, elas obtinham a biometria facial deles para acessar contas bancárias e abrir outras contas de forma fraudulenta. O grupo teria se aproveitado da pouca familiaridade das vítimas com ferramentas digitais para realizar operações financeiras sem autorização, como a contratação de empréstimos e a antecipação do 13º salário. As vítimas não perceberam a verdadeira finalidade dos procedimentos. Segundo a investigação, os valores eram transferidos…
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