Mulher trans espancada por cliente em parque recebe alta de hospital após cirurgia no maxilar no AC
Destaques02/11/2026 às 21:58
]]> Hadassa Oliveira Marques foi espancada em um parque de Rio Branco Reprodução Hadassa Oliveira Marques, de 23 anos, recebeu alta do Pronto-Socorro de Rio Branco nesse domingo (1º) após passar por uma cirurgia no maxilar. Ela foi espancada por um suposto cliente no Parque do Igarapé São Francisco no último dia 25. A vítima passou por uma cirurgia na sexta (30), quando foram colocadas placas de titânio na parte superior da boca. Em casa, Hadassa fará acompanhamento com um bucomaxilo, profissional especializado que trata da face, boca, os maxilares e a mandíbula. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp "Nosso foco absoluto é garantir que ela fique bem e se recupere em casa. Ela sobreviveu a uma agressão brutal e a nossa família segue em pé cobrando justiça para que esse crime não fique impune", destacou a irmã de Hadassa, Rafaela Oliveira. Hadassa foi deixada desacordada e sem roupas no parque. Ela foi agredida principalmente na região do rosto. Ela aguarda um procedimento no maxilar, que foi quebrado nas agressões. O nariz de Hadassa também foi ferido gravemente. (Veja abaixo como denunciar casos de violência contra à mulher) Família cobra por justiça após mulher trans ser agredida em parque em Rio Branco Por conta dos ferimentos, Hadassa não pode morar sozinha novamente e precisou se mudar para ficar com os familiares. Sem trabalho, a jovem precisa de dinheiro para comprar fraldas descartáveis, produtos de higiene pessoal, alimentação e para o frete para a mudança de residência. "Qualquer valor ou doação faz toda a diferença para nós neste momento", resumiu Rafaela. Agressões Mesmo ainda muito machucada, a vítima conseguiu contar para a família que um cliente a chamou para um programa sexual e lá começaram as agressões. "A pessoa que fez isso ou a levou para essa emboscada se apresentou como cliente e pediu para ela ir para um lugar mais reservado. Acredito que não foi só uma pessoa que fez isso com minha irmã. Fui com os policiais até lá, encontraram algumas casas com câmeras e vão pegar as imagens. Acredito que foi um crime de ódio", lamentou a técnica de enfermagem e irmã de Hadassa, Rafaela Oliveira. O Ministério Público do Acre (MP-AC)…
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