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MP-SP recorre de decisão que mandou soltar bombeiro acusado de matar estudante de Medicina em Taubaté

Destaques 02/10/2026 às 11:42
MP-SP recorre de decisão que mandou soltar bombeiro acusado de matar estudante de Medicina em Taubaté
]]> Bombeiro Marcos Fujarra e estudante Bruno Hashimura, morto a tiros em Taubaté. Foto 1: Reprodução/TV Vanguarda. Foto 2: Reprodução/Unama Santarém O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) recorreu da decisão que concedeu liberdade provisória ao bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, acusado de matar a tiros o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, durante uma discussão de trânsito em Taubaté, na última quarta-feira (30). O recurso foi protocolado nesta quinta-feira (1º) e a Promotoria pede que a Justiça determine a prisão preventiva do investigado, que responde por homicídio qualificado. O pedido ainda precisa ser analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e não tem data para acontecer. Na audiência de custódia, realizada também nesta quinta-feira, a Justiça concedeu liberdade provisória ao bombeiro, mediante o cumprimento de medidas cautelares. Entre elas estão o comparecimento periódico em juízo, o recolhimento domiciliar noturno em finais de semana e folgas e a proibição de contato com familiares da vítima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Ele também está proibido de deixar a comarca sem autorização judicial e teve o porte de arma suspenso, além de ter sido afastado das atividades operacionais. Bombeiro é preso após morte de jovem na Avenida do Povo em Taubaté Versões diferentes No recurso, o Ministério Público destacou o depoimento de uma testemunha protegida que presenciou o crime. Segundo o relato, o bombeiro desceu do Jeep Renegade, se aproximou do carro do estudante e bateu no vidro da porta do motorista, primeiro com as mãos e depois com as cotoveladas, até quebrá-lo. Ainda segundo a testemunha, o estudante permaneceu dentro do carro, sem fazer ameaças ou movimentos de agressão. Depois de quebrar o vidro, o bombeiro teria sacado uma arma e efetuado os disparos contra o jovem. A versão é diferente da apresentada pelo investigado e pela defesa. Marcos Paulo afirmou à polícia que acreditou estar diante de uma tentativa de assalto e que atirou depois que o estudante teria avançado contra ele com uma faca. O advogado do bombeiro também sustentou que o cliente…
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