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Mãe diz que filha foi vítima de violência obstétrica em maternidade pública do Rio

Rio de Janeiro 28/09/2026 às 04:00
Mãe diz que filha foi vítima de violência obstétrica em maternidade pública do Rio
]]> A mãe de uma adolescente de 17 anos fez um desabafo nas redes sociais no fim de semana: “Como que uma menina entra numa maternidade para ganhar um filho e sai com uma bolsa de colostomia na barriga?”. Segundo ela, a filha ficou 22 horas em trabalho de parto na Maternidade Municipal Leila Diniz, na Barra, apesar de ter a recomendação de fazer cesariana por ter tido diabetes gestacional. Ela acusa a unidade de saúde de violência obstétrica. Estelionatário sentimental: como funciona o golpe em aplicativos de namoro e como se proteger Endereços do poder: veja onde moravam deputados federais da última legislatura antes de o Rio de Janeiro deixar de ser capital do país O bebê nasceu em 1º de setembro. A mãe conta que a jovem sofreu uma laceração grave durante o parto e precisou receber mais de 70 pontos. Segundo ela, a cirurgia de reconstrução dos canais vaginal e intestinal não foi bem-sucedida, teve complicações, e a adolescente passou a usar uma bolsa de colostomia. ‘Complicação’ Em nota, a Secretaria municipal de Saúde informou que “não havia indicação de cesariana e que o parto normal ocorreu sem intercorrências imediatas”, de acordo com a maternidade. Segundo o texto, 17 dias depois do parto, “a paciente retornou à unidade com sinais de uma complicação que, infelizmente, pode ocorrer”. A jovem continua internada. O hospital afirmou que “lamenta o ocorrido e que a mãe da paciente foi acolhida pela coordenação médica e recebeu os esclarecimentos sobre a complicação, o tratamento que está sendo feito e o acompanhamento após a alta hospitalar”. — Depois que a criança nasceu, que a placenta saiu, ela teve uma hemorragia, correram com ela para o centro cirúrgico. A doutora me passou que ela levou de 78 a 80 pontos, que futuramente precisaria fazer uma fisioterapia pélvica e que a laceração era de nível 3 — contou a mãe. Após a alta, as dores se intensificaram. A família imaginou que algum ponto tivesse rompido e voltou ao hospital no dia 8. Segundo o relato da mãe, a médica teria informado ser normal e prescrito um spray para a região pélvica. No dia 11, elas buscaram atendimento numa Clínica da Família, que prescreveu antibióticos, mas sem efeito. Com o…
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