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Lateral cobra indenização da Ponte Preta por impossibilidade de exercer a profissão

Esportes 01/10/2026 às 15:24
Lateral cobra indenização da Ponte Preta por impossibilidade de exercer a profissão
]]> Ponte Preta perde pro Botafogo-SP e pode ser rebaixada na próxima rodada O lateral-direito Williams Bahia entrou com uma ação trabalhista contra a Ponte Preta cobrando R$ R$110.208,32 após deixar o clube sem sequer disputar uma partida oficial. Entre as reclamações, ele reivindica uma indenização por impossibilidade de exercício da atividade profissional. + ge Ponte Preta tem canal no WhatsApp; clique aqui para seguir! + Veja mais notícias da Macaca no ge Ponte Preta completa 126 anos em meio à maior crise de sua história A reportagem do ge entrou em contato com a assessoria de imprensa da Ponte sobre o caso. A posição foi a seguinte: - A Ponte Preta reforça que esclarecimentos sobre o mérito da questão só poderão ser prestados após a regular ciência dos autos do processo na esfera judicial. No processo protocolado na Justiça do Trabalho de Campinas (3ª Vara), em 18 de setembro, o jogador alega que assinou um pré-contrato com a Macaca em 17 de julho deste ano para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, mas não conseguiu ser registrado na CBF por causa das punições que impediam o clube de inscrever novos atletas devido à grave crise financeira alvinegra. Eram três transfer bans (dois na Fifa e um na CNRD - Comissão Nacional de Resolução de Disputas), que posteriormente foram derrubados em parceria com a SAF do Boavista, mas quando Williams já tinha deixado o Majestoso. Segundo a ação, o vínculo teria duração até 30 de novembro de 2026. O atleta afirma que chegou a se apresentar ao clube, participou normalmente dos treinamentos com o elenco profissional e permaneceu à disposição da comissão técnica por mais de um mês enquanto aguardava a regularização da situação da Ponte Preta. Williams Bahia durante passagem pelo Piauí, antes de chegar à Ponte Aldo Carvalho/Piauí E.C. Sem a liberação para registro, porém, acabou liberado em 27 de agosto. No processo, o atleta sustenta que o pré-contrato firmado tem validade jurídica e gera obrigações para ambas as partes, reivindicando o pagamento de R$ 33,3 mil - valor referente ao período entre sua chegada ao clube e a saída. Outro ponto da ação está relacionado ao que os advogados chamam de "perda de oportunidade"…
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