← Voltar ao portal
Jovem Rio News

Kneecap estreia no Brasil com rap em irlandês e defesa da Palestina: 'Oprimidos pelas mesmas pessoas'

Destaques 20/10/2026 às 07:00
Kneecap estreia no Brasil com rap em irlandês e defesa da Palestina: 'Oprimidos pelas mesmas pessoas'
]]> Mo Chara, DJ Próvaí e Móglaí Bap formam o Kneecap Tom Beard/Divulgação No cenário global, eles ainda podem ser considerado um trio de rap incipiente da Irlanda do Norte, mas não dá para questionar que o Kneecap vive o auge da carreira ao chegar ao Brasil para sua primeira apresentação no país. O show único acontece nesta sexta-feira (23), no Cine Joia, em São Paulo, após uma série de momentos marcantes pelo mundo. Desde 2025, Mo Chara, Móglaí Bap e DJ Próvaí — mais conhecido por ser o usuário da balaclava com as cores irlandesas, símbolo do trio — já passaram por Japão, fizeram uma turnê pelo resto da Europa e lançaram um segundo disco celebrado pela crítica. Ah, sim, também venceram nos tribunais uma acusação de terrorismo na Inglaterra, motivado em grande parte por causa da defesa da causa Palestina, que faz parte de suas apresentações e suas músicas. Formado em 2017 em Belfast, o grupo ganhou fãs ao redor do mundo ao unir batidas pesadas, humor ácido, ativismo político e rimas quase integrais em gaélico — o idioma irlandês reprimido por séculos de domínio britânico. "Depois de 800 anos de colonialismo, é natural ter empatia por pessoas que estão sendo colonizadas em qualquer lugar do mundo", afirma em entrevista ao g1 Mo Chara (que significa "meu amigo", em irlandês), ao explicar a ligação direta que traça entre a história de seu povo e a causa palestina. "Não temos apenas uma história compartilhada; nós fomos oprimidos exatamente pelas mesmas pessoas". Agora no g1 O julgamento de Mo Chara contra as autoridades britânicas, que o acusavam de ter levantado uma bandeira do Hezbollah durante um show em Londres, foi anulado por um juiz, mas serviu de inspiração para o álbum mais recente, "Fenian". "No verdadeiro estilo Kneecap, nós viramos o jogo a nosso favor e criamos músicas como 'Carnival'. A maioria das bandas se isola por semanas para gravar; nós tivemos que dividir esse tempo entre o tribunal e as gravações no estúdio", diz o rapper. "Deveria ter sido um obstáculo maior, mas acabou sendo apenas um incômodo que influenciou o disco. No fim das contas, ficamos muito felizes com o resultado e com essa 'contribuição' do governo britânico (risos)." Na…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial