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Justiça Militar decide sobre perda de posto de coronel condenado por assédio sexual a ex-soldado

Destaques 30/09/2026 às 16:32
Justiça Militar decide sobre perda de posto de coronel condenado por assédio sexual a ex-soldado
]]> Coronel Cássio Novaes foi condenado por assédio sexual contra a ex-soldado Jéssica g1 Santos O Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJM-SP) vai julgar se o coronel da reserva da Polícia Militar Cássio Pereira Novaes perderá o posto após ter sido condenado por assédio sexual contra a ex-soldado Jéssica Paulo do Nascimento. O caso foi encaminhado ao tribunal depois que o Conselho de Justificação (CJ), procedimento administrativo destinado a avaliar a permanência de oficiais na corporação, considerou "totalmente procedentes" as acusações contra Novaes. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O coronel foi condenado a um ano e cinco meses de prisão por assédio sexual contra Jéssica. A ex-soldado também relatou ter sofrido ameaças de morte, perseguição no trabalho e humilhações. Os episódios denunciados começaram quando ela trabalhava na capital paulista. Na época em que tornou o caso público, em 2021, Jéssica trabalhava no 45º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Praia Grande. Ela deixou a corporação no mesmo ano. Agora no g1 Conselho de Justificação Em setembro de 2023, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) determinou a abertura de um Conselho de Justificação contra Cássio Pereira Novaes. O procedimento é previsto na Lei Federal nº 5.836/1972 e analisa se um oficial tem condições de permanecer na ativa ou, no caso de integrantes da reserva, manter o posto e a patente. A decisão do Conselho de Justificação sobre Novaes, foi publicada pelo secretário de Segurança Pública Osvaldo Nico Gonçalves neste mês no Diário Oficial do Estado de São Paulo. O colegiado considerou "totalmente procedentes" as acusações e encaminhou o caso ao TJM. Ex-soldado Jéssica Paulo sofreu assédio sexual do superior Arquivo Pessoal O advogado Sidnei Henrique, que representa Jéssica, informou que espera que a Justiça Militar determine a perda do posto. "A defesa espera que, assim como ocorreu na esfera criminal quando houve a condenação pelo crime de assédio sexual, a Justiça Militar decida por considerar o acusado indigno do oficialato, bem como haja a perda dos proventos referentes à aposentadoria", afirmou. Segundo o…
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