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Jovem Rio News

Governo libera R$ 5,2 bilhões para o pagamento do BPC/Loas e compra de remédios e contraceptivos do SUS

Rio de Janeiro 28/10/2026 às 19:33
Governo libera R$ 5,2 bilhões para o pagamento do BPC/Loas e compra de remédios e contraceptivos do SUS
]]> O pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a compra de remédios e contraceptivos do SUS estão entre as despesas reforçadas por um crédito suplementar de R$ 5,2 bilhões, aberto pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Orçamento de 2026. O Fundo Nacional de Assistência Social fica com R$ 4,73 bilhões para custear o pagamento do benefício assistencial. O dinheiro vem do remanejamento de outras verbas. INSS: média mensal de concessões de benefícios sobe 70% em quatro anos Entenda: é falsa a informação de que INSS vai bloquear benefício de quem não tiver documento com biometria A segunda maior destinação é de R$ 387,6 milhões para a compra de contraceptivos e medicamentos destinados a reforçar a assistência farmacêutica do SUS. O restante dos recursos será destinado a ações como a formação de profissionais marítimos, projetos de desenvolvimento sustentável local e a manutenção de serviços administrativos do Ministério da Agricultura. A abertura do crédito foi viabilizada pelo remanejamento do orçamento de outros recursos do orçamento. O crédito suplementar é um instrumento utilizado pelo governo para reforçar verbas previstas no Orçamento que se mostraram insuficientes. A abertura depende de autorização legal e da indicação de recursos, que podem vir do cancelamento de outras despesas, do excesso de arrecadação ou de superávit financeiro de exercícios anteriores. Entre os recursos remanejados estão R$ 1,54 bilhão de reservas de contingência, além de verbas anteriormente previstas para despesas com pessoal, subsídios ao crédito rural, transferências à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e outras programações. O governo afirma que os cancelamentos foram definidos com base nas projeções de gastos até dezembro e não deverão prejudicar a execução das ações que tiveram recursos remanejados.
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