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Jovem Rio News

Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas

Rio de Janeiro 03/11/2026 às 15:37
Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas
]]> O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu nesta terça-feira (dia 3) críticas sobre a escolha de participantes para a audiência pública convocada por ele sobre a proibição das bets no Brasil. Fux destacou que em uma primeira audiência sobre as apostas on-line, convocada por ele em novembro de 2024, ouviu durante dois dias entidades contrárias à autorização das bets no país, que expuseram os malefícios para a sociedade da ludopatia — o vício em jogos de azar. “Ninguém aqui falou bem”, destacou o ministro após citar entidades como a Associação Nacional de Psiquiatria, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o Instituto Alana, a Educafro, o grupo Mulheres do Brasil, a Associação Nacional dos Aposentados e o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo, entre outras que enviaram representantes para falar na audiência de 2024. O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas on-line são “um problema de saúde pública”. Ele ainda afirmou ter formado “a percepção de que as bets devem ser banidas”. Em seguida, ele veiculou parte de seu voto sobre o assunto, no plenário do Supremo, em que critica as apostas on-line. Na ocasião, em agosto de 2026, o julgamento acabou interrompido por um pedido de vista (mais tempo de análise) do ministro Flávio Dino. Críticas Antes da audiência desta terça-feira, Fux foi alvo de críticas, sobretudo em redes sociais, por ter autorizado em sua maioria a participação de entidades críticas à proibição das bets no Brasil, como representantes de times de futebol e de associações que representam empresas do setor. “Não procede a alegação de que só convoquei empresas e times de futebol”, rebateu. Ele acrescentou ter autorizado, por exemplo, a participação de entidade ligada ao setor de supermercados, após notícias sobre o aumento do consumo de alimentos após a proibição das bets. No domingo (1º), o ministro autorizou, a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) também a participação, nesta terça-feira, de mais representantes do governo, como dos ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública. Ao abrir a audiência desta terça-feira, o ministro disse que os processos relativos as bets…
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