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Fim da escala 6x1: Alcolumbre diz que pode votar PEC antes do segundo turno das eleições se houver requerimento

Rio de Janeiro 07/10/2026 às 21:32
Fim da escala 6x1: Alcolumbre diz que pode votar PEC antes do segundo turno das eleições se houver requerimento
]]> O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1 pode ser votada em primeiro e segundo turnos antes do desfecho das eleições, desde que o plenário aprove requerimentos para encurtar a tramitação. Ele disse que hoje não há nenhum pedido desse tipo na mesa, mas que, se algum aparecer, o submeterá ao voto dos senadores. Alcolumbre rejeitou como "não verdadeira" a versão de que a proposta não poderia ser votada antes do segundo turno. Questionado por jornalistas sobre a possibilidade, Alcolumbre citou o que disse ser o seu papel regimental. Como presidente, ele determina a pauta, mas só pode deliberar sobre os requerimentos que chegarem à mesa. — Hoje, eu não tenho nenhum requerimento de calendário especial, hoje eu não tenho nenhum requerimento de quebra de interstício (intervalo) — disse. O senador explicou que, sem o calendário especial ou a quebra de interstício, a PEC teria de cumprir as outras quatro sessões de discussão do primeiro turno. Segundo ele, os requerimentos podem ser apresentados a qualquer momento, e ele os colocará em votação: — O que eu tiver em mãos, se for para resumir, eu vou colocar para deliberação e o plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer. Após a declaração de Alcolumbre, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), disse no plenário que está colhendo assinaturas para aprovar o requerimento de quebra de interstício e concluir a votação da PEC antes do segundo turno das eleições. Ela lembrou que Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado recomendou ao aprovar o texto um calendário especial de tramitação para acelerar a votação da proposta. Alcolumbre voltou a justificar por que a PEC não foi votada antes do primeiro turno da eleição, em 4 de outubro. Segundo ele, senadores pediram que o tema não fosse pautado para não "contaminar" o processo eleitoral e virar bandeira de campanha, e ele concordou. Ele disse ter avisado que só deliberaria depois da eleição e que, já passado o pleito, publicou a pauta. Para o presidente do Senado, senadores eleitos e não eleitos "estão livres hoje, sem nenhuma pressão" para votar. Ele reclamou…
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