Escola municipal desativada há pouco mais de 1 ano é alvo de invasões e depredação na Zona Leste de SP
Destaques07/10/2026 às 23:23
]]> Escola municipal desativada há pouco mais de 1 ano é alvo de invasões e depredação na Zona Leste de SP O que era para ser um espaço de ensino virou motivo de preocupação para moradores da Cidade Líder, na Zona Leste de São Paulo. Uma escola municipal desativada há pouco mais de um ano está abandonada e sofre com invasões e depredação diariamente. Por décadas, o prédio funcionou como escola estadual. Em janeiro de 2025, passou a ser municipal e, seis meses depois, foi fechado. As seções eleitorais que funcionavam no local também foram transferidas. Cerca de 100 crianças estudavam na escola e precisaram mudar para outras instituições, a pelo menos 1 km de distância. O prédio público está com o portão aberto e sem segurança permanente. Dentro das salas, há vidros quebrados, buracos no teto, além da falta de fiação, lâmpadas e tomadas. Em outras áreas, foram retiradas telhas, portas, pedaços de móveis e cubas. Um buraco foi aberto no muro próximo à entrada, por onde foram levados relógios de água e de luz. Escola abandonada na Zona Leste de São Paulo vira alvo de invasões Reprodução/TV Globo Moradores registraram algumas das invasões. Em uma das imagens, uma pessoa aparece jogando objetos para a calçada, antes de pular o muro e deixar o local. Em outro vídeo, um homem leva da escola uma cadeira, lâmpadas e outros itens. Na semana passada, jovens foram vistos em cima do telhado. “Não, a gente não vê nenhum tipo de solução pro problema, tá? Aqui tá aberto, todo mundo vê, tá? Então todo mundo sabe o que tá acontecendo, porque fica aberto dia e noite, todo mundo escuta barulho, a madrugada inteira a gente tem aí incômodo com barulhos que vêm acontecendo dentro da escola, e ninguém aparece pra resolver”, disse a contabilista Keite Soares, moradora da região. Quadra reformada Outro ponto que chama a atenção dos moradores é a quadra da escola. Segundo os vizinhos, o espaço foi reformado há pouco mais de 2 anos e agora está sem uso. “Péssimo, porque é o dinheiro público, é o meu dinheiro, é o seu dinheiro que tá sendo empregado numa coisa que agora está aqui sendo destruída, degradada, tá? Com bombas durante a madrugada, com pessoas entrando, saindo e destruindo aquilo…
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