Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, recebe apoio do Novo e do Republicanos
Destaques08/10/2026 às 00:07
]]> A campanha de Flávio Bolsonaro, PL, recebeu apoio de dois partidos: Novo e Republicanos Os dois candidatos à Presidência da República passaram esta quarta-feira (7) em Brasília fazendo novas articulações para as campanhas do segundo turno. Flávio Bolsonaro, do PL, recebeu apoio de dois partidos: o Novo e o Republicanos. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Flávio Bolsonaro passou a manhã no escritório de campanha. Na primeira reunião, recebeu parlamentares da federação União-Progressistas. O candidato também recebeu Sergio Moro, do PL, eleito governador do Paraná no domingo (4). "Esse é um grande ato de apoio, de força do PL em favor do Flávio Bolsonaro. Houve um crescimento expressivo, mas nós vamos trabalhar para fazer esse crescimento ainda maior para esse segundo turno, para a vitória ser mais estrondosa", diz Sergio Moro, do PL, governador eleito do Paraná. Logo depois, o presidente do Novo anunciou apoio. Na segunda-feira (5), o candidato do partido à Presidência, Romeu Zema, já tinha se aliado à campanha. "Estamos aqui hoje com toda nossa bancada federal eleita, com nossos senadores eleitos, para declarar oficialmente apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, para que a gente atinja esse objetivo, vença o PT e coloque mais uma vez o Brasil nos trilhos do desenvolvimento", diz Eduardo Ribeiro, presidente do Novo. Na terça-feira (6), Flávio Bolsonaro disse que vai usar a maioria no Congresso para fazer mudanças na Constituição. Nesta quarta-feira (7), explicou quais serão as reformas prioritárias. A intenção é promover mudanças no Judiciário, reduzir a maioridade penal e acabar com a reeleição: “A gente tem que respeitar a política. A gente tem várias PECs que são possíveis. Tem que haver, sim, uma reforma do Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, isso tem que ser feito por PEC. Fiz o compromisso de não concorrer à reeleição. É o Congresso que vai definir os critérios, se vai ser mandato de quatro, de cinco anos, se vai valer só para presidente, se vai valer para governador aí é o processo legislativo que vai ser respeitado e a maioria vai decidir qual é o caminho que tem que ser…
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