Filme de Rondônia vai representar o Brasil em festival de cinema na Suiça
Destaques07/10/2026 às 22:42
]]> Filme de RO 'Sussurros na Água' Reprodução/Lucas Costa Um filme produzido em Ji-Paraná (RO), terá sua estreia mundial em um festival internacional de cinema na Suíça. O curta-metragem documental "Sussurros na Água" será exibido pela primeira vez ao público na noite de 9 de outubro, durante o 19º Lust*streifen Film Festival Basel, na cidade de Basel. A produção rondoniense foi selecionada para a mostra competitiva "Intimacy Competition" (Competição de Intimidade) e é o único filme brasileiro no festival e o único representante da América Latina nessa categoria. Ao todo, a competição reúne produções de diferentes países, entre eles Colômbia, Índia, França, Espanha, Alemanha, Bélgica, Austrália, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. O festival será realizado entre os dias 8 e 11 de outubro e chega à 19ª edição com o tema "Bodies in Solidarity" (Corpos em Solidariedade). O evento tem como proposta ampliar a visibilidade de histórias LGBTQIA+ no cinema e promover discussões sobre gênero, sexualidade e corpo. AGORA NO G1: Agora no g1 Além da exibição de filmes, a programação conta com oficinas, rodas de conversa e outras atividades. O festival também possui uma mostra competitiva de curtas-metragens, que reúne produções suíças e internacionais. Leia também: 'Meu mundo': Homem preso por envolvimento na morte da irmã fez homenagem nas redes sociais um dia após crime em RO Maior águia das Américas, harpia é resgatada com ferimento na asa em RO 'Sussurros na Água' O curta-metragem "Sussurros na Água" conta a história de dois homens que vivem uma relação marcada pelo desejo, mas que têm dificuldades para construir uma intimidade além dos encontros sexuais. Produzido em Ji-Paraná, o filme mostra momentos da relação entre os dois e aborda sentimentos como solidão, expectativa, frustração e a vontade de encontrar uma conexão mais profunda. A água aparece como um dos principais elementos da história. Rios e chuvas, tão presentes na vida de quem cresce na Amazônia, são usados para representar tanto acolhimento quanto a maneira como os sentimentos podem mudar e se transformar. A produção também aborda as dificuldades enfrentadas por pessoas LGBTQIA+…
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