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Filho de Zezé Motta comove ao revelar na TV sua história de adoção: 'Meu maior sonho era ter uma família'

Rio de Janeiro 03/11/2026 às 20:37
Filho de Zezé Motta comove ao revelar na TV sua história de adoção: 'Meu maior sonho era ter uma família'
]]> Acostumado a rodar os cantões do Brasil garimpando histórias curiosas e emocionantes de gente anônima, com seu "Avisa lá que eu vou", Paulo Vieira fez uma viagem curtinha desta vez, até Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, para o episódio que foi ao ar nesta segunda-feira (dia 2) no GNT e que será exibido nesta terça-feira (3), na TV Globo. Em visita ao Retiro dos Artistas, o apresentador mostrou como é a rotina dos idosos acolhidos pela instituição, e uma entrevista em especial causou verdadeira comoção nas redes sociais: a conversa com Robson Motta, diretor social e cultural do lugar. Ele emocionou o público ao contar como se tornou filho da atriz Zezé Motta. TZ da Coronel promove encontro gratuito com fãs para audição exclusiva de 'Lado mau' Jornal francês revela carta que Brigitte Bardot deixou ao marido antes de morrer: ‘Por 30 anos, você me destruiu’ Bianca Comparato abre álbum de fotos ao lado de nova namorada, Thais Piassa: 'Amigos, amor e dança' "Eu escrevi o livro ('À procura de uma família') falando da importância de uma família. Como eu sou um ex-menino de rua... Na realidade, eu fui abandonado com 8 anos e fiquei na rua até os 14 anos, morando na Central do Brasil. A minha mãe biológica foi vítima de abuso sexual, foi violentada em Nilópolis. Ela me abandonou... Imaginou que não ia cuidar de mim, me entregou na mão de um casal estranho. E esse casal me abandonou no calçadão de Nilópolis", narrou Robson, sob o olhar e os ouvidos atentos de Paulo. O casal deixou o menino no calçadão, avisando que alguém o buscaria. E ele ficou aguardando. Quando viu o trem passando, Robson entrou nele e foi parar na Central do Brasil, onde passou a morar. Robson Motta e a mãe, a atriz Zezé Motta Reprodução de Instagram "(Meu maior sonho era) Ter uma família, ter uma geladeira, ter um lugar para morar. E na minha cabeça, na Central, passando muitas pessoas, alguém ia falar assim: 'Robson, tudo bem? Está fazendo o quê aqui?', e me levar para casa. Mas isso não aconteceu. Eu fui vivendo até os 13 anos na rua, sempre com o objetivo de ter uma família", continuou a contar. Até que uma pessoa que comprava num dos quiosques da Central sugeriu que o garoto procurasse o…
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