Ex-coordenador da Saúde de Aparecida de Goiânia é condenado por bater ponto e atender em consultório particular
Destaques28/10/2026 às 12:05
]]> Ex-coordenador de Saúde Bucal de Aparecida é condenado por improbidade administrativa Um ex-coordenador de saúde bucal de Aparecida de Goiânia , na Região Metropolitana de Goiânia, foi condenado por bater o ponto na administração municipal e, em seguida, sair para atender pacientes em seu consultório particular. Segundo a decisão, Gustavo Mandrá Gualda adotou a prática entre janeiro de 2009 e março de 2018, ou seja, durante nove anos. Ao condená-lo por improbidade administrativa, o juiz Eduardo Cardoso Gerhardt determinou que Gustavo devolva os valores recebidos indevidamente durante as horas em que ele esteve ausente do serviço público. Ele também está proibido de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, inclusive por meio de empresas das quais seja sócio, pelo prazo de quatro anos. Em nota enviada ao g1, o advogado Rodrigo Araújo do Prado, responsável pela defesa de Gustavo, afirmou que recebeu a sentença com respeito, mas que discorda e irá recorrer. Prado destacou que a própria sentença afastou a tese de que Gustavo teria sido um "servidor fantasma", reconhecendo que ele efetivamente exerceu a Coordenação de Saúde Bucal (leia a íntegra da nota ao final da reportagem). O dentista Gustavo Mandrá Gualda foi condenado por bater ponto e trabalhar em consultório particular durante 9 anos Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM Servidores da prefeitura são suspeitos de fraudar o ponto, em Goiânia Detran afasta ‘servidores turistas’ suspeitos de fraudar sistema de ponto Padre terá que devolver quase R$ 1,4 milhão de salário por cargo fantasma na Alego Como acontecia O consultório onde Gustavo atendia ficava a cerca de 550 metros da Secretaria de Saúde, o que, para o Ministério Público de Goiás (MPGO), permitiu que ele fosse um “servidor fantasma”. De acordo com o juiz, uma ex-funcionária do consultório, que trabalhou lá de 2013 a 2017, afirmou, em juízo, que “não ficava o dia todo” no consultório e que atendia cirurgias agendadas, de duas a três horas de duração, indo pela manhã ou à tarde. Ela contou, ainda, que o presenciou “chegar ao consultório, ir à prefeitura e voltar correndo”.…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.