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Estudo aponta que Combustíveis na Bahia seguem mais caros após privatização da Refinaria de Mataripe

Destaques 03/11/2026 às 21:09
Estudo aponta que Combustíveis na Bahia seguem mais caros após privatização da Refinaria de Mataripe
]]> Preços dos combustíveis na Bahia superam os do restante do país Os combustíveis comercializados na Refinaria de Mataripe, localizada em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador, permanecem mais caros que os vendidos pela Petrobras desde a privatização da unidade, concluída no fim de 2021. É o que aponta um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), que comparou os preços praticados por refinarias privatizadas com os da estatal. Segundo o estudo, o diesel S10 vendido pela refinaria custou, em média, 8% a mais que o produto da Petrobras no período analisado. O litro foi comercializado às distribuidoras por R$ 4,04, antes da incidência de impostos, enquanto na estatal o valor médio ficou em R$ 3,74, uma diferença de R$ 0,30 por litro. A gasolina também apresentou preço superior. Em média, o combustível saiu da Refinaria de Mataripe por R$ 3,20 o litro, perante R$ 3 praticados pela Petrobras, uma diferença de cerca de 7%. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A maior disparidade, porém, foi registrada no botijão de gás de cozinha de 13 kg. Enquanto o produto vendido pela Petrobras teve preço médio de R$ 38,43, o comercializado pela refinaria privatizada custou R$ 48,12, valor 25% superior e quase R$ 10 mais caro. A maior disparidade nos preços foi registrada no gás de cozinha, aponta levantamento. Reprodução/TV Bahia A Refinaria de Mataripe é administrada pela Acelen desde a venda da unidade pela Petrobras a um fundo de investimentos dos Emirados Árabes Unidos. Atualmente, a empresa responde por cerca de 14% da capacidade de refino do país e aproximadamente a 80% do abastecimento de combustíveis da Bahia. Privatização tinha como objetivo ampliar a concorrência e reduzir preços Para Eric Gil Dantas, economista do Ibeps, a privatização tinha como um dos principais argumentos a ampliação da concorrência e a redução dos preços, cenário que, segundo ele, não se concretizou. “O argumento era de que a privatização ampliaria a concorrência. No entanto, isso não aconteceu. Além disso, a Acelen atua apenas na etapa do refino, diferentemente da Petrobras, que possui uma cadeia integrada, desde a…
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