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Entre lembranças e mudanças, tamboril gigante marca história dos 131 anos de Petrolina

inicio 21/09/2026 às 10:15
Entre lembranças e mudanças, tamboril gigante marca história dos 131 anos de Petrolina
]]> Tamboril centenário guarda memória dos 131 anos de Petrolina A história dos 131 anos de emancipação política de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, está em cada canto, construção e morador do município, seja nativo ou alguém que escolheu a cidade para viver. Símbolo de força, vida e regeneração, o Tamboril da rua Conselheiro Rosa e Silva, no bairro Palhinhas, é testemunha das mudanças que aconteceram e continuam acontecendo na Terra dos Impossíveis. O tamboril gigante é imponente na rua calçada com paralelepípedo, tomando parte da via. Quando Maria da Luz, de 86 anos, se mudou para o bairro, há meio século, a árvore já estava lá. Só que o cenário era bem diferente. “Dizem os mais velhos que nós, aliás, mais velho não, mas os primeiros que chegaram aqui, que aqui era uma casinha de taipa e faziam os forró antigamente”, lembra a moradora. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Ruas com asfalto eram raras quando Maria recebeu do sogro a missão de comprar uma casa em Petrolina. “Petrolina era bem simplesinha, não existia asfalto, era tudo terra de chão, as estradas eram tudo assim, calçada na pedra”. Era na rua de terra que José Brito, de 62 anos, brincava com os irmãos. A família mora há mais de seis décadas na Conselheiro Rosa e Silva. O vizinho gigante viu o menino crescer e ficar adulto, acompanhando todas as mudanças. “Quando chegamos aqui, já tinha essa árvore, nessa rua”, afirma. Segurando uma fotografia, Brito descreve como era a vida na Petrolina de sua infância. “Aqui era uma roça, nós morávamos dentro de uma roça, só tinha uma saída. Porque era toda cercada de arame”, lembra. José Brito mora há mais de 60 anos no bairro Palhinhas, em Petrolina Emerson Rocha / g1 Petrolina Se antes, como dizem os moradores, a região do bairro Palhinhas era uma roça, hoje o cenário é totalmente diferente. “Hoje a gente mora no centro, hoje é diferente demais”, diz Brito, sem deixar de lado a nostalgia. “Mas foi um tempo bom para nós, viu? A gente criança era bom demais, correr aqui dentro do mato”. As lembranças da Petrolina antiga estão nas memórias dos moradores. Maria Madalena Feitosa vive há cinco décadas na Rosa e…
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