É golpe: lojas falsas de iPhone 18 usam descontos e promessas de pagamento parcial para atrair
rio24/09/2026 às 19:12
]]> A venda dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max começou no Brasil no último dia 18, seguindo o mesmo calendário dos Estados Unidos. E menos de uma semana depois, criminosos também fazem seus anúncios para tentar lucrar em cima da empolgação dos consumidores. Especialistas da empresa de cibersegurança Kaspersky já identificaram sites falsos em português promovendo ofertas inexistentes dos novos dispositivos. Veja abaixo, portanto, como identificar os golpes. Oportunidade: Petrobras oferece 820 vagas em cursos de qualificação no setor de óleo e gás e paga auxílio a alunos Greve dos bancários: Caixa vai ao Tribunal Superior do Trabalho No site da Apple no Brasil, os modelos são vendidos a partir de R$ 11.999 em até 12 vezes ou com desconto de 10% à vista. A entrega para quem reserva um modelo na pré-venda é prevista entre 7 e 15 de outubro, indicando alta demanda. Um dos sites fraudulentos identificados pela Kaspersky oferece como atrativo a possibilidade de adiantar parte do pagamento e quitar o saldo restante mais tarde. Além disso, o golpista promete reembolso total caso a compra seja cancelada. Neste caso, os usuários brasileiros são o principal alvo, uma vez que a a interface está em português e os preços estão listados em reais. Porém, também foram descobertos sites em outros idiomas, incluindo inglês e árabe. Como bandidos agem A empolgação dos consumidores pode fazer com que sinais de fraude passem despercebidos, aumentando as chances de lucro dos criminosos. Mas o crime deixa rastros, explica Fabio Marenghi, pesquisador líder de segurança da Kaspersky: — Recomendamos atenção ao escolher onde comprar e que as compras sejam feitas apenas em lojas oficiais e confiáveis. Preços bons demais para ser verdade e opções de cores ou modelos que não fazem parte do catálogo anunciado pela fabricante são sinais de alerta — afirma Fabio Marenghi, pesquisador líder de segurança da Kaspersky. Cada etapa do golpe é desenhada para extrair o máximo de informações possível dos consumidores, que podem ser revitimizados futuramente em outros crimes virtuais. Por exemplo, o site falso solicita informações pessoais dos usuários, incluindo nome completo, número de…
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