Dono da SAF Londrina diz que redução no limite de estrangeiros no Brasileiro 'gera perdas, mas faz parte do processo'
rio21/09/2026 às 21:42
]]> O dono da SAF Londrina, Guilherme Bellintani, esteve presente na sede da CBF, nesta segunda-feira, para votação nas mudaças propostas pela entidade para o Campeonato Brasileiro e comentou a decisão que limita o número de estrangeiros na competição. Segundo o executivo, apesar da "sensação de que o futebol brasileiro está evoluindo" com essas mudanças, ele não escondeu que há a possibilidade de diminuir a qualidade do jogo. — Fazendo análise, que não é provavelmente do meu clube, que praticamente não contrata estrangeiro, eu acho que é uma decisão de cobertor curto, ela não resolve tudo. A queda do número de estrangeiros abre mais espaço para o jogador brasileiro e teoricamente há tendência de abrir mais espaço para o jogador jovem, vamos confirmar se isso vai acontecer ou não, eu tenho dúvidas. Mas também perde um pouco de competitividade como um todo, a liga brasileira, que performou muito bem nos últimos anos, inclusive, com um poder mais absoluto na América do Sul. A tendência é que isso se perca um pouco também. Ou seja, sempre tem vantagem de abrir mais espaço para a formação de jogador brasileiro, mas claramente há uma desvantagem que é a perda da envergadura econômica e de potencial esportivo da liga brasileira. Por isso que foi uma decisão muito debatida, com muito cuidado, e a gente sabe que a decisão para esse caminho também gera perdas, mas faz parte do processo— disse. Guilherme Bellintani, dono da SAF do Londrina Rafael Oliveira Outro ponto trazido pelos clubes e abordado pela fala do dirigente foi a possibilidade de formação dos jovens atletas é a permissão para a criação de um time B. — Uma sugestão nossa inclusive, é que os clubes pudessem, assim como já há em outras ligas europeias, os clubes pudessem ter um Clube B. O Barcelona tem o Barcelona B, o Benfica tem o Benfica B, o Porto tem o Porto B, e a gente propôs aqui que os clubes de Série A, de Série B, de Série C, qualquer que seja, possam ter um Clube B para disputar competições e, assim, dar espaço para jovens também jogarem, e a gente ter formação de atletas no médio prazo, muito mais consolidado aqui no Brasil — disse. Ele também exaltou as novas medidas para aumentar o tempo de bola…
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