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Jovem Rio News

Sem roupa adequada para trabalhar grávida, empresária cria negócio que fatura R$ 600 mil por ano

inicio 22/09/2026 às 05:00
Sem roupa adequada para trabalhar grávida, empresária cria negócio que fatura R$ 600 mil por ano
]]> Empreendedora cria uniformes inclusivos e fatura R$ 600 mil por ano Quando engravidou da primeira filha, a administradora Mônica Mota percebeu um problema que até então passava despercebido. Acostumada à rotina corporativa em uma multinacional, ela não encontrava roupas adequadas para continuar trabalhando com o mesmo padrão de vestimenta exigido pelo cargo. As opções disponíveis para gestantes eram limitadas e distantes do ambiente executivo. A solução veio da própria necessidade. Ela desenhou uma camisa social adaptada para gestantes e, sem imaginar, deu o primeiro passo para criar um negócio especializado em uniformes inclusivos. Hoje, a empresa sediada em São Bernardo do Campo (SP) atende demandas corporativas com peças desenvolvidas para diferentes perfis de trabalhadores e fatura cerca de R$ 600 mil por ano, após um investimento inicial de R$ 30 mil. "Quando a mulher engravida, o mercado de trabalho exclui", afirma a empreendedora. Foi dessa percepção que nasceu a primeira camisa social para gestantes criada por ela. O produto despertou o interesse de outras mulheres e começou a gerar encomendas. Empresa aposta em uniformes inclusivos e alcança faturamento de R$ 600 mil por ano Reprodução/PEGN Da gravidez à inclusão Inicialmente focada no consumidor final, a empresa precisou se reinventar durante a pandemia. Foi nesse período que Mônica recebeu o convite de uma multinacional do agronegócio para falar sobre vestuário para gestantes no ambiente de trabalho. A apresentação acabou abrindo uma nova oportunidade de mercado. A companhia buscava ampliar a participação feminina em suas fábricas e precisava oferecer uniformes adequados para funcionárias grávidas. O desafio foi maior do que ela imaginava. Além de conforto, os uniformes corporativos precisam cumprir normas técnicas e, muitas vezes, fazem parte dos equipamentos de proteção individual (EPIs). A partir daí, o negócio ampliou seu escopo e passou a desenvolver soluções para diferentes necessidades. Entre elas estão peças com fechamento em velcro para pessoas com mobilidade reduzida nas mãos, modelagens adaptadas, aberturas específicas para dispositivos médicos e identificação em braile. "Eu não gosto…
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