Dia do Idoso: como prevenir, tratar e identificar tipo de câncer que mais mata homens no mundo
Rio de Janeiro01/10/2026 às 09:00
]]> Hoje é comemorado o Dia do Idoso e no último dia 25 de setembro foi celebrado o Dia Mundial do Pulmão. Para marcar as datas, preparamos um guia especial sobre o tipo de câncer que mais acomete e mata homens no mundo: o de pulmão. As projeções gerais indicam crescimento importante até 2050 da incidência da doença, que atinge sobretudo pessoas mais velhas, de 50 a 70 anos. Osteoporose não causa dor: especialistas alertam para a importância da prevenção Benefícios e riscos: como o celular afeta a saúde dos idosos Segundo as estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o triênio 2026–2028, o Brasil deverá registrar 35.380 novos casos de câncer de pulmão por ano: 18.730 em homens e 16.650 em mulheres. É o primeiro em todo o mundo em incidência entre os homens e o terceiro entre as mulheres. Em mortalidade é o primeiro entre os homens e o segundo entre as mulheres no mundo. Em relação ao perfil, como mencionamos, as pessoas idosas são mais acometidas, mas a doença vem se apresentando cada vez mais em pacientes mais jovens. Historicamente, o câncer de pulmão foi mais frequente em homens, mas essa diferença também vem diminuindo. Para 2026–2028, a estimativa é de aproximadamente 53% dos casos em homens e 47% em mulheres. O tabagismo continua sendo o principal fator associado à doença, e o risco aumenta conforme a intensidade e o tempo de exposição ao tabaco. Geralmente, os pacientes com câncer de pulmão já chegam ao diagnóstico em estágios mais avançados, nos quais terapias curativas não são mais possíveis. “O tabagismo passivo (exposição prolongada à fumaça de outras pessoas) também é considerado um fator de risco. No entanto, existem outros fatores reconhecidos, como a exposição ao radônio (gás radioativo natural que pode se acumular em ambientes fechados); exposições ocupacionais, como ao amianto e à sílica; histórico familiar de câncer de pulmão; e doenças pulmonares prévias, como DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e fibrose pulmonar”, explicou ao EXTRA Aureliano Mota Cavalcanti de Sousa, chefe do Setor de Tórax do INCA. Levantamento do Ministério da Saúde divulgado neste ano trouxe um alerta: após quase 20 anos de queda, o…
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