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‘Despertei pra música ouvindo meu pai’: Rick comentou influência do pai na carreira

entretenimento 22/09/2026 às 15:38
‘Despertei pra música ouvindo meu pai’: Rick comentou influência do pai na carreira
]]> Bem Sertanejo: nascido no Tocantins, Rick fala da sua herança musical Em participação no quadro Bem Sertanejo, do Fantástico, o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, relembrou as origens da sua trajetória artística e afirmou que a principal inspiração para seguir na música veio do pai. A morte do artista após a queda de um helicóptero em Santa Catarina foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros nesta terça-feira (22). Influência do pai Criado no interior do Tocantins, ele contou que o contato com as tradições culturais da região e as cantorias em família moldaram sua identidade musical. "Toda a minha trajetória que começava ali, musicalmente falando, tinha muito a ver com o que eu vivia, com o meu habitat natural, que era a roça. Tinha também a questão do folclore do Tocantins, que chegava até mim por meio do meu pai, e o rádio da minha mãe, que me trazia as músicas sertanejas de fora". Segundo o artista, o interesse pela música surgiu ainda na infância, muito antes do sucesso nacional. "Eu despertei pra música ouvindo meu pai cantar. Eu comecei a gostar de música escutando meu pai", afirmou. Rick viveu até os 10 anos em uma área rural próxima a Monte do Carmo, no Tocantins. Ele lembra que a música fazia parte da rotina da família, especialmente nas festas realizadas no terreiro de casa, onde parentes se reuniam para tocar, cantar e dançar ritmos tradicionais da região. Foto de Rick ao lado do pai Reprodução/TV Globo Herança musical O cantor contou que o pai teve papel fundamental na transmissão das tradições culturais tocantinenses, como as Folias de Reis, as Folias do Divino e a sussa, ritmo típico do estado. "A minha musicalidade vem muito do meu pai. Eu acho que basicamente quase tudo vem do meu pai", declarou. O pai também compunha músicas, embora não costumasse escrevê-las. Segundo Rick, muitas das canções permaneciam guardadas apenas na memória. “Papai sempre fez músicas. Ele mesmo criava algumas coisas. Escrever, não, porque ele não escrevia; ele guardava tudo na cabeça. E tem muita coisa que me impressiona. Hoje eu chego na casa do papai e ele canta umas coisas para mim, músicas que ele fazia quando era jovem, e ele lembra de tudo isso aos 82 anos.”…
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