Denúncias de violência contra animais crescem no Rio; Linha Verde recebeu quase 16 mil queixas este ano
Destaques03/11/2026 às 15:54
]]> Denúncias de violência contra animais crescem no Rio As denúncias de violência contra animais cresceram no Rio de Janeiro em comparação com o ano passado. Antes mesmo do fim do ano, a central Linha Verde, do Disque Denúncia, recebeu quase 16 mil queixas. Ao longo de 2025, foram registradas mais de 14 mil ocorrências. Maltratar animais é crime, com pena de um ano de prisão. “Só na capital, houve um aumento de 13%, com maior concentração nos bairros da Zona Oeste, como Campo Grande, Jacarepaguá, Santa Cruz, Guaratiba, Bangu e Realengo. Qualquer cidadão pode denunciar 24 horas por dia, garantimos o anonimato”, afirmou Renato Almeida, diretor-geral do Disque Denúncia. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Rio registra quase 16 mil denúncias de maus-tratos contra animais Reprodução/ TV Globo Além dos maus-tratos, o abandono também tem consequências para a vida urbana. A protetora Adriana Rosa, que resgata animais há 15 anos, afirma que o problema é também uma questão de saúde pública. “A gente faz tudo por conta própria. Só eu mesmo estou com 70 aqui. Sete em hospedagem, pois não consigo colocar mais animais aqui, não se dão com outros e tem protetores com 100 e até 300 animais. E a gente fica devendo tudo. Só eu estou devendo umas três clínicas”, disse. Abandono O cão Bolt foi abandonado. Uma câmera de segurança registrou o momento que ele foi deixado para trás Diógenes Melquíades/ TV Globo Bolt, um dos cães que vivem no abrigo “Toda Vida Importa”, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, foi abandonado na rua. Câmeras de segurança registraram o momento em que um homem desceu de um carro e abriu a porta traseira. O cachorro foi retirado do veículo e saiu correndo pela calçada. O homem caminhou pela rua e, 15 minutos depois, voltou ao automóvel. Bolt correu atrás do carro, mas foi deixado para trás. “O que aconteceu com o Bolt é muito mais comum do que as pessoas imaginam. O problema é que as pessoas não checam as câmeras do local, acabam não sabendo o que ocorre ou deixam para lá. Mas pessoas que abandonam, pessoas de carro que simplesmente abandonam na rua e, normalmente, longe de casa, acontece muito”, afirmou a protetora Ana Paula Lima. No sítio…
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