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Da entrada à formatura: veja a trajetória da mulher com a 'pior dor do mundo' na faculdade

Destaques 01/10/2026 às 08:00
Da entrada à formatura: veja a trajetória da mulher com a 'pior dor do mundo' na faculdade
]]> Mulher com a 'pior dor do mundo' se forma Médica Veterinária no dia do aniversário em MG Quando Carolina Arruda, conhecida por conviver com a "pior dor do mundo", entrou no curso de Medicina Veterinária do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), em Bambuí, no Centro-Oeste de Minas Gerais, tinha um objetivo desde a infância: conquistar o diploma antes dos 30 anos. Após uma trajetória marcada por interrupções para tratamentos, ela concluiu o curso na segunda-feira (28), mesmo dia em que completou 30 anos. O caminho entre o primeiro dia de aula e a conclusão do curso, porém, foi diferente do que ela havia imaginado. Durante a graduação, Carolina precisou lidar com o avanço da neuralgia do trigêmeo, doença que provoca crises de dor intensa no rosto e com a qual convive há 13 anos. A rotina de tratamentos, cirurgias e internações fez com que ela precisasse interromper os estudos em alguns momentos. Mesmo assim, Carolina manteve o objetivo de concluir a faculdade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp O início da graduação Carolina começou o curso de Medicina Veterinária no Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), em Bambuí, já com o diagnóstico de neuralgia do trigêmeo. A escolha pela profissão fazia parte de um sonho que carregava desde a infância. Ela queria chegar aos 30 anos formada e com o diploma nas mãos. Nos primeiros anos da graduação, conciliou os estudos com a vida pessoal e o tratamento da doença. Com o agravamento das crises de neuralgia do trigêmeo, porém, ficou cada vez mais difícil manter os estudos. A doença afeta o nervo trigêmeo e pode provocar dores descritas como choques elétricos ou facadas no rosto. As crises passaram a interferir diretamente na vida de Carolina. Em 2023, diante do agravamento do quadro, Carolina trancou o curso. A faculdade ficou em pausa, mas o sonho de se formar, não. O período longe da faculdade coincidiu com uma fase de tratamentos intensos. Ao longo de mais de uma década convivendo com a doença, Carolina passou por 11 cirurgias e diversas internações. Em 2024, ficou internada por um longo período na Santa Casa de Alfenas, no Sul de Minas, onde passou por procedimentos na…
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