Confira propostas dos candidatos ao governo para o combate à violência; VÍDEO
Destaques25/09/2026 às 23:33
]]> Confira as propostas dos candidatos ao governo para o combate à violência Nesta sexta-feira (25), último dia da série "Uma pergunta para todos", do NE2, os candidatos ao governo de Pernambuco apresentaram propostas para o combate à violência no estado (veja vídeo acima). Participaram da entrevista Camila Falcão (UP), Guilherme Fonseca (PSTU), Ivan Moraes (PSOL), João Campos (PSB), Raquel Lyra (PSD) e Renan Hallais (Missão). Victor Assis (PCO) foi convidado, mas não compareceu às gravações. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp O tempo das falas foi definido com base na representatividade de cada partido no Congresso Nacional. Os candidatos de legendas com, no mínimo, cinco representantes na Câmara e no Senado Federal tiveram um minuto de entrevista. São eles: Ivan Moraes, João Campos e Raquel Lyra. LEIA TAMBÉM: Veja propostas para geração de empregos Confira promessas para expansão do ensino em tempo integral Saiba quais são as propostas para os hospitais públicos Conheça os planos para saneamento básico A sigla de Renan Hallais tem entre um e quatro integrantes com mandato no Congresso. Por isso, ele gravou uma entrevista de 40 segundos. Os demais candidatos, Camila Falcão e Guilherme Fonseca, tiveram 30 segundos de fala. Nesta sexta, os candidatos responderam à seguinte pergunta: Levantamentos oficiais do Ministério da Justiça e da imprensa apontam a atuação de mais de dez facções criminosas em Pernambuco. Ao mesmo tempo, os dados do estado mostram que 94% das vítimas de homicídio em 2025 eram pessoas negras — uma tragédia histórica que se mantém há mais de duas décadas. Qual é o seu plano para conter a expansão do crime organizado sem reproduzir políticas de segurança que concentram a letalidade nas periferias e sobre a população negra? Confira, abaixo, as respostas de cada candidato (em ordem alfabética): Camila Falcão (UP) "Somos o quinto estado mais violento do país. No ano passado, 89 pessoas morreram pela Polícia Militar, 94% delas eram jovens negros da periferia. Nós, da UP, defendemos a desmilitarização da polícia e investimento numa polícia comunitária humanizada, além de investir na educação, na cultura, no lazer, no jovem da periferia.…
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