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Complexo da Maré: operação tem suspeito morto e 13 pessoas feridas, entre elas criança e PM; 12 fuzis foram apreendidos

Rio de Janeiro 28/09/2026 às 10:33
Complexo da Maré: operação tem suspeito morto e 13 pessoas feridas, entre elas criança e PM; 12 fuzis foram apreendidos
]]> A Polícia Militar realiza, nesta segunda-feira, uma operação no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. Um suspeito morreu, 13 pessoas foram feridas — entre elas uma criança de 12 anos e um PM. Os agentes realizaram também seis prisões. A ação mobiliza cerca de 200 PMs e tem como objetivo combater a atuação de criminosos e reprimir atividades relacionadas ao tráfico de drogas e à circulação de armas na região. Durante a ação, bandidos abordaram, na Linha Vermelha, altura do Parque das Missões, dois ônibus que transportavam estudantes para uma excursão. Eles retiraram as chaves dos coletivos, que bloquearam a pista sentido Baixada Fluminense. Policial civil é suspeito: Investigação sobre celular roubado desarticula esquema de R$ 250 milhões do tráfico Em maternidade pública do Rio: Mãe diz que filha foi vítima de violência obstétrica Foram apreendidos 12 fuzis e seis pistolas. Onze feridos — dez homens e um adolescente de 15 anos — foram socorridos para o Hospital Federal de Bonsucesso. Segundo a unidade, o menino de 12 anos, atingido de raspão no rosto foi transferido para o Hospital estadual Getúlio Vargas e teve alta ainda pela manhã. O adolescente seguiu pra mesma unidade horas depois. Uma mulher também ferida foi socorrida por parentes. Já o policial militar foi atingido num dos braços e está bem. Após ser medicado, retornou ao trabalho. Operação da PM na Maré tem presos e fuzis apreendidos De acordo com o porta-voz da PM, major Maicon Pereira, o foco da operação são as comunidades Vila do João, Vila do Pinheiro, Salsa e Merengue, Conjunto Esperança e Morro do Timbau, todas dominadas pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Ainda segundo o oficial, bandidos do Complexo de Israel, controlado pela mesma facção, participavam de um baile na Maré quando a corporação chegou à região. — Criminosos costumam se deslocar entre comunidades da mesma facção aos fins de semana, para confraternizar. Temos várias informações que acabam chegando aos nossos canais de inteligência. Por isso, chegamos a esse grande número de pessoas presas. Estamos, agora, fazendo o levantamento para tentar entender a importância e o papel de cada um dos presos dentro da facção. A ação da PM foi…
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