Como uma arquiteta transformou plantas do quintal em marca de cosméticos que fatura R$ 250 mil
inicio25/09/2026 às 05:00
]]> Do quintal ao laboratório: empreendedora transforma plantas do Maranhão em cosméticos naturais A arquiteta Ana Carolina Frota nunca imaginou que o quintal de casa seria o ponto de partida para um negócio de cosméticos naturais. Acostumada a desenhar jardins e projetos de paisagismo, ela viu sua rotina profissional mudar durante a pandemia, quando a demanda por seus serviços diminuiu. Foi então que passou a dedicar mais tempo ao cultivo de plantas e à produção artesanal de extratos e óleos, uma atividade que daria origem à sua marca de cosméticos regenerativos no Maranhão. O contato com a natureza sempre fez parte da vida da empreendedora. Segundo ela, os primeiros aprendizados sobre cultivo vieram da mãe, que lhe ensinou desde técnicas de plantio até os cuidados necessários para o desenvolvimento das espécies. Com a abundância de ingredientes cultivados em casa, surgiu uma pergunta: como transformar aquela produção em algo maior? “Mas eu comecei a colher tanta coisa que eu não sabia o que fazer. E a partir daí começou a ideia de criar uma marca para fazer os cosméticos”, conta Ana Carolina Frota. Como uma arquiteta criou uma marca de cosméticos inspirada na floresta e faturou R$ 250 mil Reprodução/PEGN A curiosidade logo deu lugar ao estudo. Para desenvolver produtos seguros e eficientes, Carol, como é conhecida, buscou formação em cosmética natural, fitoterapia, aromaterapia e técnicas de extração de óleos essenciais. Também recorreu a pesquisas acadêmicas para aprofundar o conhecimento sobre as plantas da biodiversidade maranhense. Entre os ingredientes utilizados está o urucum, tradicionalmente empregado por povos indígenas e incorporado a produtos como sabonetes, maquiagens e formulações voltadas aos cuidados com a pele. A valorização dos ativos regionais se tornou um dos pilares do negócio. No início, porém, a iniciativa não tinha pretensões comerciais. Os primeiros óleos essenciais, extratos e sabonetes eram distribuídos para amigos e conhecidos. O interesse crescente dos consumidores mostrou que havia espaço para transformar a atividade em empresa. A virada aconteceu quando a empreendedora participou de um programa de aceleração voltado para negócios…
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