Como ser feliz: confira dicas dos pioneiros da ciência do bem‑estar
Rio de Janeiro03/11/2026 às 15:05
]]> No início deste ano, organizamos uma reunião com algumas das figuras mais influentes da pesquisa moderna sobre felicidade para discutir o que elas haviam aprendido ao longo de seus 600 anos combinados de pesquisa e experiência profissional. O grupo incluía pioneiros como Richard Layard, Sonja Lyubomirsky e Martin Seligman, que transformaram a felicidade em uma ciência séria. Como resultado de seu trabalho, 90% dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) agora medem a satisfação com a vida. Muitos desses pioneiros permaneceram ativos até os 80 e 90 anos de idade, ainda escrevendo, lecionando e orientando. Se algum grupo poderia identificar os ingredientes de uma vida boa, era esse. Recentemente, publicamos o resultado dessa discussão no Journal of Happiness Studies. O grupo identificou muitos temas centrais para a felicidade: ter as necessidades básicas de vida atendidas, relacionamentos, trabalho significativo e viver de maneira alinhada com os próprios valores e circunstâncias. Olhando para o futuro, eles se mostraram preocupados com as desigualdades e com o declínio do bem-estar entre os jovens. O tema mais recorrente na discussão, no entanto, foi a importância e a alegria que provêm dos relacionamentos sociais. Relacionamentos são o eixo central Como equipe interdisciplinar de pesquisadores do bem-estar, esperávamos que os relacionamentos fizessem parte da resposta. Eles afetam todos os aspectos da nossa vida, amplificam eventos positivos, atenuam eventos negativos e são considerados uma necessidade psicológica básica. Isso não é observado apenas nos países ocidentais. Ter “alguém com quem contar” é um indicador de satisfação com a vida em todo o mundo. Em resumo, pessoas felizes têm relacionamentos fortes e satisfatórios. O que não esperávamos era a frequência com que os relacionamentos seriam mencionados. Em quase todas as partes da discussão — que abrangeu significado, trabalho, competição, cultura, moralidade, tecnologia e longevidade —, os relacionamentos foram o eixo central da felicidade. O envolvimento social é uma habilidade Em suas vidas pessoais, vários desses pioneiros da ciência do bem-estar…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.