Clubes aprovam redução de estrangeiros no Brasileirão e cota para atletas sub-23; entenda como vai funcionar
rio21/09/2026 às 20:21
]]> O limite de estrangeiros no Brasileirão foi revisto. Os clubes das Séries A e B, apesar da decisão não ter sido unânime, votaram por reduzir o teto, que hoje é de nove por time numa partida. Além disso, concordaram em criar uma cota mínima de atletas sub-23 inscritos no campeonato. As duas mudanças serão graduais. O máximo de nove estrangeiros que cada clube pode relacionar numa partida irá cair para oito em 2027. A partir daí, a redução será de um por edição até chegar a cinco em 2030, objetivo final do movimento. Com isso, o Brasileirão voltará a ter, daqui a quatro anos, o limite de estrangeiros que tinha até 2022 e que imperava desde 2014. Esta mudança não afeta a edição atual, que está em andamento, e não vale para as competições da Conmebol (Libertadores, Sul-Americana e Recopa Sul-Americana). Como ficará o limite de estrangeiros no Brasileirão: 2026 (edição atual, sem mudanças): nove por clube numa partida 2027: oito por clube 2028: sete por clube 2029: seis por clube 2030: cinco por clube Já a cota de atletas sub-23 envolve uma diretriz a ser adotada na lista de inscritos no Brasileirão, de 50 atletas por elenco. Hoje, não há nenhum direcionamento, havendo liberdade para os clubes inscreverem quem bem entenderem. A partir de 2027, haverá uma cota mínima para aqueles com até 23 anos. No ano que vem, os clubes precisarão inscrever um mínimo de 20 jogadores sub-23 na lista de 50. Na edição seguinte, de 2028, esta cota subirá para 21. Em 2029, o mínimo será de 23. Por fim, em 2030, ele será de 25 atletas. Como vai funcionar a cota mínima por clube para atletas sub-23 dentro da lista de 50 inscritos no Brasileirão: 2027: 20 sub-23 + 30 (sem restrições) 2028: 21 sub-23 + 29 2029: 23 sub-23 + 27 2030: 25 sub-23 + 25 Com esta mudança, a CBF e os clubes garantem que, daqui a quatro anos, o grupo de atletas com até 23 anos e o daqueles em idade mais avançada (ou seja: com a maturidade alcançada) seja o mesmo: de 25 para cada. No entanto, não há nenhuma obrigação de utilização mínima de cada um. Esta decisão continua sendo integralmente das comissões técnicas. Ainda assim, o objetivo final das duas medidas é tornar o Brasileirão uma liga com espaço para…
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