Caso Gustavo: delegado diz por que tentou investigar mãe do menino e advogada
Destaques28/09/2026 às 19:39
]]> Polícia Civil conclui investigação sobre a morte de menino de três anos Depois que a Justiça determinou o trancamento do inquérito contra Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino Gustavo, e a advogada dela, Stella Bueno, o delegado responsável pelo caso decidiu comentar a decisão e tentar defender a investigação. Segundo ele, as duas não eram investigadas pelo homicídio, mas por uma suposta omissão na comunicação de agressões sofridas pela criança. Gustavo morreu no dia 2 de agosto de 2026. O pai, Igor Veloso de Sousa, e a madrasta, Kathellen Moreira, estão presos preventivamente. Nesta segunda-feira (28), os dois foram indiciados por vicaricídio e fraude processual. Igor também foi indiciado por estupro de vulnerável e tortura contra o filho. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Sobre Sabrina, a defesa destacou que a Justiça reconheceu que ela buscou atendimento médico e a rede de proteção para o filho e que estava inserida em um contexto de violência, ameaças e coação. Em relação a Stella, afirmou que a decisão considerou que sua atuação ocorreu no exercício da advocacia e foi protegida pelo sigilo profissional (veja nota completa abaixo). Investigação com base na lei Henry Borel Segundo o delegado, o inquérito contra Sabrina e Stella foi aberto para investigar uma possível omissão com base na Lei Henry Borel, que prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência contra crianças e adolescentes. LEIA MAIS Justiça encerra investigação contra mãe e advogada no caso da morte do menino Gustavo Pai de Gustavo demonstrou frieza ao ver vídeo do filho chorando para não ir visitá-lo, diz delegado Sabrina e o filho Gustavo Reprodução/Instagram Sabrina Feitosa Conforme o delegado, durante a investigação contra Igor, a Polícia Civil abriu uma frente específica para apurar se a mãe havia deixado de comunicar as agressões. A equipe procurou o Conselho Tutelar e uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), além de consultar processos judiciais relacionados à guarda e à pensão do menino. Ainda conforme Eduardo Menezes, Gustavo chegou a ser levado a uma UPA em uma ocasião, quando uma médica comunicou o caso ao Conselho Tutelar. O…
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